Emily Blunt Brasil | 16.03.2017 | A Quiet Place

Quem não adora quando casais de Hollywood decidem contracenar na ficção? Emily Blunt e John Krasinski vão atuar juntos, pela primeira vez, no thriller sobrenatural A Quiet Place. Own <3 John Krasinski (The Office) irá dirigir, escrever e estrelar o filme A Quiet Place ao lado de Emily Blunt. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas Krasinski também dirige o filme para Paramount/Platinum Dunes e ainda assina o roteiro, ao lado de Scott Beck e Bryan Woods. Depois de trabalhar com o eterno Jim de The Office em 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi, Michael Bay produz A Quiet Place. Antes disso, John Krasinski já dirigiu Brief Interviews with Hideous Men (2009) e Família Hollar (2016), além de alguns episódios em The Office. Como ator, ele vai aparecer no próximo projeto de Kathryn Bigelow e será o agente Jack Ryan na nova série da Amazon. O projeto começa a ser filmado neste ano, e é o terceiro de John como diretor, e o primeiro para um grande estúdio. Enquanto Emily está neste momento filmando Mary Poppins Returns, musical da Disney esperado para lançar no Natal de 2018. Fonte: AdoroCinema

Emily Blunt Brasil | 10.02.2017 | Mary Poppins Returns,Notícias

A filmagem está agora em andamento nos estúdios de Shepperton em Disney Mary Poppins Retorna com Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda ( Hamilton ), Rob Marshall está dirigindo a sequencia de Mary Poppins a partir de um roteiro de David Magen, baseado em As histórias de Poppins de PL Travers . O elenco também inclui Ben Whishaw, Emily Mortimer, Julie Walters, Colin Firth e Meryl Streep. Mary Poppins estreiando com Dick Van Dyke está definido para atuar como Mr. Dawes Jr, o presidente do Fiduciary Bank Fidelity. As três crianças de Banks serão interpretadas por Pixie Davies, Nathanael Saleh e Joel Dawson.

O novo filme para a família é produzido pelo diretor Rob Marshall, John DeLuca e Marc Platt. Marc Shaiman e Scott Wittman escreveu novas músicas para a produção, e Shaiman também está trabalhando na produção original. Marshall, DeLuca e Joey Pizzi estão coreografando os números da dança.

Sinopse: Mary Poppins Returns está ambientada na década de 1930, na era da depressão de Londres (o período de tempo dos romances originais) e é extraída da riqueza de material nos sete livros adicionais de PL Travers. Na história, Michael (Whishaw) e Jane (Mortimer) estão agora crescidos, com Michael, seus três filhos e sua governanta, Ellen (Walters), vivendo em Cherry Tree Lane. Depois que Michael sofre uma perda pessoal, a enigmática babá Mary Poppins (Blunt) volta a entrar na vida da família Banks e, junto com o otimista farolista Jack (Miranda), usa suas habilidades mágicas únicas para ajudar a família a redescobrir a alegria que faltam em suas vidas. Mary Poppins também apresenta as crianças a uma nova variedade de personagens coloridos e caprichosos, incluindo sua prima excêntrico, Topsy (Streep).

Disney prometeu o lançamento mundial para 25 de dezembro de 2018.

#Curiosidade
O filme original estrelado por Julie Andrews e Dick Van Dyke foi lançado em agosto de 1964 e ganhou 13 indicações ao Oscar, ganhando cinco Oscars.

Emily Blunt Brasil | 20.12.2016 | Mary Poppins Returns

Dick Van Dyke vai participar de Mary Poppins Returns! Intérprete de Bert e Mr. Dawes no longa original, o ator veterano confirmou a informação durante uma entrevista para o THR, mas ainda não revelou qual será seu personagem na sequência.

Emily Blunt assume o icônico papel de Julie Andrews, enquanto Ben Whishaw e Emily Mortimer interpretam as versões adultas dos irmãos Michael e Jane Banks. Colin Firth viverá um banqueiro, Meryl Streep será a prima da protagonista e Lin-Manuel Miranda vai encarnar Jack, aprendiz de Bert.

David Magee (Em Busca da Terra do Nunca, As Aventuras de Pi) escreveu o roteiro a partir da obra de P.L. Travers. Marc Shaiman assina a trilha sonora original e Scott Wittman é o responsável pelas canções inéditas. Já a direção é de Rob Marshall.

Mary Poppins Returns chega aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2018.

 

FONTE: ADOROCINEMA

Emily Blunt Brasil | 01.11.2016 | Edge Of Tomorrow,Notícias

Recentemente entrevistada por collider, o realizador doug liman revelou novos detalhes sobre o próximo projecto ligado a edge of tomorrow: ” esta é a única sequela que eu estou pensando em fazer porque antes de tudo a história é incrível, melhor do que o filme original que eu gostei E eu amei, e em segundo lugar, porque é uma sequela que um prequel.”
Tudo parece ser pronto (o roteiro já foi escrita e o scrip já chegou aos protagonistas), contudo vai passar ainda muito tempo antes do início das filmagens na medida em que este período seja o tom cruise que Emily estão ocupados em outros projetos.
Não foi feita qualquer referência à trama, mas falando da sequencia é provável que seja contada a história do personagem de Rita Vrataski (Emily) antes do encontro com o William Cage (tom cruise). Vocês são curiosos de conhecer o seu passado?

FONTE

Emily Blunt Brasil | 31.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

“A Garota no Trem” seduziu os leitores (principalmente as leitoras) com um thriller psicológico envolvendo três mulheres insatisfeitas com suas vidas amorosas. A principal delas, a do título, é uma alcoólatra divorciada que inveja os casais sorridentes que ela observa da janela do trem todos os dias. Conforme a trama se desenrola, até quem parece feliz revela viver apenas de aparências, com a narrativa entrelaçando o destino das heroínas com algo ainda pior: um crime passional. Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos (110 mil deles no Brasil), o livro escrito por Paula Hawkins automaticamente despertou o interesse de Hollywood, ganhando uma versão cinematográfica na linha de outras adaptações de romances policiais envolvendo mulheres com problemas de relacionamento – e não os tradicionais detetives. No rastro de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, lançado em 2011, e “Garota Exemplar”, em 2014, ambos dirigidos por David Fincher, “A Garota no Trem” estreia nesta quinta nos cinemas do Brasil. A seguir, os principais trechos da entrevista que o diretor Tate Taylor e a atriz Emily Blunt, no papel da voyeur solitária, concederam ISTOÉ, em Nova York.

Por que as mulheres gostam tanto do livro? Seria uma espécie de alerta, considerando que as personagens aqui acabam sofrendo demais por serem dependentes de uma relação amorosa?
Emily Blunt – Talvez. Só acho importante não vê-las como vítimas. A maneira como elas vão se ajustando diante das frustrações amorosas é uma forma de empoderamento feminino, sobretudo quando elas percebem a verdade sobre seus homens, libertando-se. O filme discute a questão da identidade da mulher, principalmente no ambiente doméstico.

Tate Taylor – Apesar de elas dependerem de um homem, a figura masculina acaba ajudando-as a chegarem até onde elas precisam. Rachel (Emily Blunt) quer desesperadamente um filho, enquanto Megan (Haley Bennett) usa os homens para sexo, por ela não conseguir sentir nada emocionalmente. Já Anna (Rebecca Ferguson) almeja uma vida familiar idílica, ainda que seja de mentirinha, precisando de um homem para isso. Com o crime, fica evidente o que pode acontecer quando as mulheres buscam a realização de um desejo a qualquer preço, ainda mais se a relação a dois for falsa.

Houve uma preocupação no sentido de não banalizar a violência doméstica?
Tate Taylor – Sim. Eu só ganhei o apoio da escritora quando a convenci de que não desviaria da violência ou da sexualidade contidas no livro. Procurei retratar tudo de forma crua e realista justamente para mexer com o espectador.

Emily Blunt – Só aceitei participar do filme quando percebi que tudo seria representado de forma real e brutal. Não estaria de acordo se a intenção fosse trivializar, glorificar ou sensacionalizar a violência contra a mulher. Ela incomoda o espectador por trazer realismo.

Incomoda as comparações que “A Garota no Trem” tem recebido, principalmente com “Garota Exemplar”?
Tate Taylor – “Garota Exemplar” ganhou projeção mundial por desvendar lentamente quem teceu uma trama ardilosa. Aqui o foco é outro, à medida que ele cai sobre três personagens complexas. Exceto pelo “garota” no título, não vejo muitas semelhanças. Mas entendo por que isso é feito. Para ser honesto, quando eu preciso apresentar uma ideia de filme pela primeira vez a um estúdio, também faço referências. Uso uns três filmes já existentes para dar uma ideia do que estou falando (risos).

No livro, boa parte da história da protagonista Rachel se passa na mente dela. Foi complicado traduzir isso no cinema?
Tate Taylor – Foi. Não só pela ação ser mais interna, na cabeça da personagem, como também pela narrativa avançar e voltar no tempo e por trazer vários pontos de vista, incluindo o das duas outras mulheres. Muito do que Rachel diz no livro é diretamente para nós, leitores. Com isso, ela fica divertida às vezes. O problema é que não havia espaço para cenas engraçadas no filme. Tive de escolher cirurgicamente o que ela diria e não diria.
Emily Blunt – Eu busquei retratar uma alcoólatra com autenticidade, mostrando como as pessoas sofrendo disso ficam confusas às vezes. Vi muitos documentários e falei com amigos que estão em recuperação ou já se recuperaram para tentar entendê-los. Como no cinema não dá para dizer toda hora o que o personagem está pensando, a linguagem corporal deve assumir parte desse papel. Foi o que tentei fazer.
A que vocês atribuem o sucesso do livro?

Tate Taylor – Todos nós gostamos de fofocas, mesmo quem não gosta de admitir (risos). Adoramos saber o que está acontecendo com nossos amigos, inimigos e conhecidos. Se eles não estiverem felizes, melhor ainda (risos). Assim, nós provavelmente nos sentimos melhor sobre nós mesmos. Paula Hawkins fez isso muito bem no livro, apresentando três mulheres que nos contam seus segredos mais sombrios em primeira mão. Sentimos como se elas estivessem falando conosco, revelando coisas ultrajantes que instigam a nossa imaginação e nos impedem de parar com a leitura.

Emily Blunt – A plateia feminina quer se identificar com as mulheres dos livros e dos filmes. E para isso as personagens precisam apresentar falhas e, de preferência, encarar uma jornada cheia de adversidades. De certa forma, isso se torna um consolo, ao percebermos que não estamos sozinhos no sofrimento humano.

FONTE: ISTOÉ,NY

Emily Blunt Brasil | 27.10.2016 | A Garota no Trem

Suspense, elenco de peso, best-seller de sucesso… Motivos para assistir “A Garota do Trem” não faltam. O filme, baseado na obra de mesmo nome escrito por Paula Hawkins, será lançado no Brasil nesta quinta-feira (27) e deve ser um sucesso de bilheteria. A produção teve estreia mundial no dia 7 deste mês e ficou em primeiro lugar no chamado “mercado interno” – que inclui Estados Unidos e Canadá – ao arrecadar US$ 24,7 milhões. Deu pra ver que atrativos realmente não faltam, não é? Então toma aqui 7 razões para você não deixar de ver esse sucesso”:

1. BASEADO NUM BEST-SELLER DE SUCESSO ESTRONDOSO

O livro de Paula Hawkins, que inspirou o filme, já vendeu mais de quatro milhões de exemplares, foi traduzido para 44 línguas e, até o início de setembro, estava na lista dos mais vendidos do The New York Times. Além disso, “A Garota no Trem” tirou o posto de primeiro lugar de mais de seis anos de O símbolo Perdido (Dan Brown), na categoria suspense e investigação.

2. EMILY BLUNT COMO PROTAGONISTA E ELENCO SENSACIONAL

Emily Blunt, famosa por seus papéis nos filmes O Diabo Veste Prada (2006), O Lobisomen (2010) e No Limite do Amanhã (2014), interpreta a alcóolotra Rachel Watson. Rebecca Ferguson, Luke Evans, Édgar Ramirez, Laura Prepon, Allison Janney, Lisa Kudrow, Haley Bennett e Justin Theroux também estão no elenco.

3. A ESTREITA LINHA ENTRE REALIDADE E ILUSÃO

Rachel (Emily Blunt) é uma alcoólatra desempregada e deprimida que sofre pelo seu divórcio recente. Assim, todas as manhãs, ela viaja em um trem, fantasiando sobre a vida de um casal perfeito que observa pela janela. Como está passando por vários distúrbios psicológicos, poucos acreditam que ela pode ter presenciado uma tragédia envolvendo o casal. Será real ou tudo não passa de uma invenção da cabeça dela?

4. CENA FORTÍSSIMA QUE NÃO ESTÁ NO ROTEIRO ORIGINAL DO LIVRO

Segundo a Entertainment Weekly, uma passagem que não foi escrita por Paula Hawkins, será tão pesada que marcará a carreira de Emily Blunt. Segundo a revista, Rachel perde totalmente o controle na estação Grand Central Station em Nova York, pois o casal que a fez recuperar a fé no amor, e que ela julgava perfeito, não era tão perfeito assim: ela vê a mulher com outro.

Isso é o suficiente para a Rachel surtar e ter uma explosão de fúria, quebrando tudo num banheiro, escrevendo com um batom ferozmente no espelho e gritando a sua vontade de invadir a casa da mulher e arrancá-la de lá pelos cabelos. Depois disso, sem se lembrar de nada, ela acorda cheia de cortes e machucados e vê a notícia de que a tal mulher simplesmente está desaparecida. Será que a Rachel fez algo com ela?

5. O CENÁRIO

A cidade de Londres é o pano de fundo do livro, mas a produção de Tate Taylor não será gravada na Inglaterra. As filmagens aconteceram nos arredores de Nova York. Mas, para agradar aos fãs da obra escrita, Emily Blunt revelou que não vai perder o sotaque britânico para viver a personagem em live action.

6. HITCHCOCK MODERNO

Em entrevista ao Globo, Paula Hawkins já confessou que se inspirou nas obras de Hitchcock ao escrevê-lo. A crítica especializada reforça com a expectativa de que a produção tenha traços de suspense que remeta ao diretor mais famosos do gênero.

7. VILÕES “SUICIDAS” E “VINGADOR” NEGOCIARAM PARA INTEGRAR O ELENCO

Jared Leto, Margot Robbie, Kate Mara e Chris Evans foram cogitados para o filme. Já pensou? Mara e Robbie participaram das negociações para a personagem Megan, enquanto Luke Evans ficou com o papel que seria de Jared Leto.

CRÉDITOS A FONTE

Emily Blunt Brasil | 27.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Emily Blunt diz que só aceitou viver Rachel, a personagem central de “A garota no trem”, depois de fazer um pacto com o diretor do filme, a partir desta quinta nos cinemas brasileiros. Tate Taylor a assegurou que não iria reduzir o texto da britânica Paula Hawkins a uma história de detetive centrada na caricatura de uma mulher desesperada. A terceira obra de Hawkins foi o principal evento comercial do universo dos livros no ano passado, com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, publicado em 50 países. Natural que as expectativas em Hollywood fossem altas para a produção de US$ 45 milhões, desde o começo do mês em cartaz nos EUA — por lá, o longa foi um sucesso médio de bilheteria e não agradou a crítica, que celebrou a atuação corajosa da atriz de 33 anos, mas torceu o nariz para o melodrama, recheado de cenas de violência, alcoolismo e sexo apresentadas de forma nada sutil.

— Era para ser mesmo feio, realista, sem anestesia em relação à violência. Vi o filme pela primeira vez com o meu pai, que é defensor público, já viu de tudo. Mas, na última cena de ação, quando Rachel faz o que faz, mesmo para quem leu o livro, como ele, o choque é grande. Ele ficou horrorizado. Era o que queríamos — comemora a atriz londrina.

Conhecido pela direção de outra adaptação literária para o cinema, “Histórias cruzadas”, a partir do livro “A resposta”, de Kathryn Stockett, que rendeu um Oscar de melhor atriz coadjuvante para Octavia Spencer em 2012, Taylor transportou a linha de trem, cenário-fetiche de Hawkins, dos subúrbios de Londres para os de Nova York. Blunt, no entanto, não precisou mexer no sotaque.

— Meu falar original, bem inglês, acentuou o isolamento dela, que se encontra em uma situação-limite, sem família, sem uma gama de amigos para ampará-la. Você tem a nítida noção de que ela não é dali, e o sotaque, nesse caso, ajudou — afirma Blunt.

Para os outros dois papéis centrais, Taylor escalou Rebecca Ferguson (a insegura Anna, mulher e mãe da filha de Tom, ex-marido de Rachel) e Haley Bennett (Megan). Justin Theroux vive o dúbio Tom, e Luke Evans encarna Scott, o marido aparentemente perfeito de Megan. Alcoolizada, desmemoriada, sem trabalho, rumo e marido desde que se descobriu infértil, Rachel se torna peça importante na investigação do súbito desaparecimento de Megan, cuja rotina era por ela observada, com inveja, da janela do trem.

— Ninguém ali é santa. Fiquei imediatamente fascinada pelo fato de as três mulheres estarem bem distantes do arquétipo da princesa. O buraco cavado pela Paula é bem mais embaixo — diz Blunt, de 33 anos, que se descobriu grávida de sua segunda filha durante as filmagens. Ela é casada há seis anos com o ator John Krasinski.

Irreconhecível no começo do filme, devido ao uso de uma prótese facial, ela já se prepara para viver Mary Poppins no musical a ser lançado em 2018 que encontra a personagem imortalizada por Julie Andrews duas décadas depois dos eventos narrados no filme de 1964.

— Estou animada para cantar e quero muito conversar com a Julie antes de filmar. Poppins é aquela mulher enigmática, cheia de planos bons, e, a meu ver, nostálgica pacas. Tudo aquilo de que preciso depois da tragédia da Rachel.

Emily Blunt Brasil | 18.10.2016 | Aparições Públicas

Ela é talvez melhor conhecida por sua versatilidade como atriz, mas Emily Blunt mostrou alguns talentos altamente impressionantes e raramente utilizados por um cantor durante uma aparição em um concerto de arrecadação de fundos repleto de estrelas, em nome da candidata presidencial Hillary Clinton.
As opções de ingressos variaram de US$45 para assentos distantes até US$100.000 para bancos com premiações, bem como dois ingressos para a festa de encerramento.
Mas aqueles em casa puderam apreciar o espetáculo de graça, como foi transmitido ao vivo na página do Facebook e YouTube de Clinton.
Enquanto Clinton mesma não compareceu, sua filha Chelsea e do marido Bill estavam lá para assistir o teatro.

FOTOS

Emily Blunt Brasil | 17.10.2016 | Notícias

Lin-Manuel Miranda, Emily Blunt, mais para aparecer em Hillary Clinton Broadway evento beneficente.

O evento, que acontece em Nova York nesta noite (17.10), a sua frente está Billy Crystal e inclui estrelas como: Lin-Manuel Miranda, Sarah Jessica Parker, Jon Hamm, Hugh Jackman, Emily Blunt, e mais, bem como discursos de celebridades, incluindo Lena Dunham, Helen Mirren, e Julia Roberts.

Assista Online as 20:30 horario de Brasilia -> streaming on-line

Veja a programação completa abaixo.

performances:

“Hillary Tonight” – Billy Crystal & Adulto Chorus

“Oh What A Beautiful Morning” – Hugh Jackman

“Wilkommen / Cabaret” – Joel Grey & Sienna Miller

“Foi um dia longo” – Matthew Broderick, Sarah Jessica Parker e Victoria Clark

“Embora eu tenha The Floor” – Ayodele Casel (sapateado)

“Brave” – Sara Bareilles

“Origin Of Love” – Neil Patrick Harris, Rebecca Naomi Jones & Stephen Trask (bailarinos: Stella Abrera, Leanne Cope, Marcelo Gomes, Clifford Williams)

“No One Is Alone” Reprise – Emily Blunt

“Children Will Listen” – Coro de Bernadette Peters & Children

“Escale cada Montanha” – Barbra Streisand & Jamie Fox (vídeo)

“Get Happy / Happy Days Are Here Again” – Anne Hathaway & Kelli O’Hara

“For Good” – Stephen Schwartz & Kelli O’Hara

“Não pode acontecer aqui” – Jon Hamm e Jake Gyllenhaal

“Amanhã” – Sarah Jessica Parker & Andrea McArdle

“Over The Rainbow” – Josh Groban

“O mundo era grande o suficiente” (reescrever a partir de Hamilton ) – Lin-Manuel Miranda & Renée Elise Goldsberry

“Hino de Batalha da República” – Cynthia Erivo, Adulto e Kids ‘Chorus, empresa full

Discursos:

Alan Cumming
Angela Bassett
Ansel Elgort
Chelsea Clinton
Helen Mirren
Julia Roberts
Lena Dunham
Neil Patrick Harris
Sarah Jones
Sarah Paulson
Uzo Aduba

Emily Blunt Brasil | 15.10.2016 | Entrevistas,Mary Poppins Returns,O Diabo Veste Prada

Recentemente, sentei-me com Blunt, em Nova York, onde discutimos sendo uma mãe e o que isso tem afetado os projetos que ela escolhe, trabalhando com o marido, e qual filme ela espera que seus filhos nunca encontrem.

PopSugar: Como muito, se tudo, são seus filhos um fator para a escolha de papéis reais que você escolha agora?

Emily Blunt : Mary Poppins! Que presente para minhas meninas! Eu teria feito Mary Poppins se eu fosse uma mãe ou não, mas o fato de que eu sou uma mãe e uma mãe de meninas é tão incrível para ser capaz de atuar como Mary Poppins. É um presente real. Porque elas vão só vou encontrá-las feliz.

PS: Que outros filmes de sua arquitetura você está animada para mostrar os seus filhos?

EB : Eu fiz Animal Crackers com John [Krasinski], que foi tão divertido e bonito. E eu fiz My Little Pony , embora eu sou um pônei desagradável em que, o que foi um pouco divertido. Estou animado sobre Mary Poppins.

PS: Quais filmes você não deseja que eles vejam?

EB : My Summer of Love , que foi o meu primeiro filme, onde eu estou tendo uma cena nua de sexo. Coisas assim, eu não acho que elas tenham que ver. Seria embaraçoso.

PS: Como foi que você e John realmente gravaram juntos e animal crackers?
EB : Nós fizemos sim, por isso tivemos de improvisar muito.

PS: Eu sinto que isso nunca acontece. Você sempre ouve sobre atores estarem na estande sozinho e nunca mais vejam o resto do elenco.
EB : Nunca! Pedimos para que ele, mas é muito mais fácil de coordenar com um casal que pode conduzir a trabalhar juntos. Foi legal porque poderíamos simplesmente sair do roteiro e torná-lo nosso. Isso foi divertido.

PS: Você vê isso como um trampolim para trabalhar juntos em um filme de ação ao vivo?
EB : Nós queremos! Tem que ser a coisa certa. Estamos procurando a coisa certa.

PS: Então John disse recentemente que viu O Diabo Veste Prada 75 vezes. . .
EB : Este filme é uma aberração para ele.

PS: Você já viu tudo o que ele fez mesmo perto de que muitas vezes?
EB : Eu vi um monte de episódios de The Office , mas eu não diria que eu assisti cada um 75 vezes . Eu não sei o que isso diz sobre mim.

PS: Há uma série de episódios de The Office. Literalmente mais de 100.
EB : Mas eu já vi cada um. Isso é um compromisso, certo? rsrsrs

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