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Emily Blunt Brasil | 01.11.2016 | Edge Of Tomorrow,Notícias

Recentemente entrevistada por collider, o realizador doug liman revelou novos detalhes sobre o próximo projecto ligado a edge of tomorrow: ” esta é a única sequela que eu estou pensando em fazer porque antes de tudo a história é incrível, melhor do que o filme original que eu gostei E eu amei, e em segundo lugar, porque é uma sequela que um prequel.”
Tudo parece ser pronto (o roteiro já foi escrita e o scrip já chegou aos protagonistas), contudo vai passar ainda muito tempo antes do início das filmagens na medida em que este período seja o tom cruise que Emily estão ocupados em outros projetos.
Não foi feita qualquer referência à trama, mas falando da sequencia é provável que seja contada a história do personagem de Rita Vrataski (Emily) antes do encontro com o William Cage (tom cruise). Vocês são curiosos de conhecer o seu passado?

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Emily Blunt Brasil | 31.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

“A Garota no Trem” seduziu os leitores (principalmente as leitoras) com um thriller psicológico envolvendo três mulheres insatisfeitas com suas vidas amorosas. A principal delas, a do título, é uma alcoólatra divorciada que inveja os casais sorridentes que ela observa da janela do trem todos os dias. Conforme a trama se desenrola, até quem parece feliz revela viver apenas de aparências, com a narrativa entrelaçando o destino das heroínas com algo ainda pior: um crime passional. Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos (110 mil deles no Brasil), o livro escrito por Paula Hawkins automaticamente despertou o interesse de Hollywood, ganhando uma versão cinematográfica na linha de outras adaptações de romances policiais envolvendo mulheres com problemas de relacionamento – e não os tradicionais detetives. No rastro de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, lançado em 2011, e “Garota Exemplar”, em 2014, ambos dirigidos por David Fincher, “A Garota no Trem” estreia nesta quinta nos cinemas do Brasil. A seguir, os principais trechos da entrevista que o diretor Tate Taylor e a atriz Emily Blunt, no papel da voyeur solitária, concederam ISTOÉ, em Nova York.

Por que as mulheres gostam tanto do livro? Seria uma espécie de alerta, considerando que as personagens aqui acabam sofrendo demais por serem dependentes de uma relação amorosa?
Emily Blunt – Talvez. Só acho importante não vê-las como vítimas. A maneira como elas vão se ajustando diante das frustrações amorosas é uma forma de empoderamento feminino, sobretudo quando elas percebem a verdade sobre seus homens, libertando-se. O filme discute a questão da identidade da mulher, principalmente no ambiente doméstico.

Tate Taylor – Apesar de elas dependerem de um homem, a figura masculina acaba ajudando-as a chegarem até onde elas precisam. Rachel (Emily Blunt) quer desesperadamente um filho, enquanto Megan (Haley Bennett) usa os homens para sexo, por ela não conseguir sentir nada emocionalmente. Já Anna (Rebecca Ferguson) almeja uma vida familiar idílica, ainda que seja de mentirinha, precisando de um homem para isso. Com o crime, fica evidente o que pode acontecer quando as mulheres buscam a realização de um desejo a qualquer preço, ainda mais se a relação a dois for falsa.

Houve uma preocupação no sentido de não banalizar a violência doméstica?
Tate Taylor – Sim. Eu só ganhei o apoio da escritora quando a convenci de que não desviaria da violência ou da sexualidade contidas no livro. Procurei retratar tudo de forma crua e realista justamente para mexer com o espectador.

Emily Blunt – Só aceitei participar do filme quando percebi que tudo seria representado de forma real e brutal. Não estaria de acordo se a intenção fosse trivializar, glorificar ou sensacionalizar a violência contra a mulher. Ela incomoda o espectador por trazer realismo.

Incomoda as comparações que “A Garota no Trem” tem recebido, principalmente com “Garota Exemplar”?
Tate Taylor – “Garota Exemplar” ganhou projeção mundial por desvendar lentamente quem teceu uma trama ardilosa. Aqui o foco é outro, à medida que ele cai sobre três personagens complexas. Exceto pelo “garota” no título, não vejo muitas semelhanças. Mas entendo por que isso é feito. Para ser honesto, quando eu preciso apresentar uma ideia de filme pela primeira vez a um estúdio, também faço referências. Uso uns três filmes já existentes para dar uma ideia do que estou falando (risos).

No livro, boa parte da história da protagonista Rachel se passa na mente dela. Foi complicado traduzir isso no cinema?
Tate Taylor – Foi. Não só pela ação ser mais interna, na cabeça da personagem, como também pela narrativa avançar e voltar no tempo e por trazer vários pontos de vista, incluindo o das duas outras mulheres. Muito do que Rachel diz no livro é diretamente para nós, leitores. Com isso, ela fica divertida às vezes. O problema é que não havia espaço para cenas engraçadas no filme. Tive de escolher cirurgicamente o que ela diria e não diria.
Emily Blunt – Eu busquei retratar uma alcoólatra com autenticidade, mostrando como as pessoas sofrendo disso ficam confusas às vezes. Vi muitos documentários e falei com amigos que estão em recuperação ou já se recuperaram para tentar entendê-los. Como no cinema não dá para dizer toda hora o que o personagem está pensando, a linguagem corporal deve assumir parte desse papel. Foi o que tentei fazer.
A que vocês atribuem o sucesso do livro?

Tate Taylor – Todos nós gostamos de fofocas, mesmo quem não gosta de admitir (risos). Adoramos saber o que está acontecendo com nossos amigos, inimigos e conhecidos. Se eles não estiverem felizes, melhor ainda (risos). Assim, nós provavelmente nos sentimos melhor sobre nós mesmos. Paula Hawkins fez isso muito bem no livro, apresentando três mulheres que nos contam seus segredos mais sombrios em primeira mão. Sentimos como se elas estivessem falando conosco, revelando coisas ultrajantes que instigam a nossa imaginação e nos impedem de parar com a leitura.

Emily Blunt – A plateia feminina quer se identificar com as mulheres dos livros e dos filmes. E para isso as personagens precisam apresentar falhas e, de preferência, encarar uma jornada cheia de adversidades. De certa forma, isso se torna um consolo, ao percebermos que não estamos sozinhos no sofrimento humano.

FONTE: ISTOÉ,NY

Emily Blunt Brasil | 27.10.2016 | A Garota no Trem

Suspense, elenco de peso, best-seller de sucesso… Motivos para assistir “A Garota do Trem” não faltam. O filme, baseado na obra de mesmo nome escrito por Paula Hawkins, será lançado no Brasil nesta quinta-feira (27) e deve ser um sucesso de bilheteria. A produção teve estreia mundial no dia 7 deste mês e ficou em primeiro lugar no chamado “mercado interno” – que inclui Estados Unidos e Canadá – ao arrecadar US$ 24,7 milhões. Deu pra ver que atrativos realmente não faltam, não é? Então toma aqui 7 razões para você não deixar de ver esse sucesso”:

1. BASEADO NUM BEST-SELLER DE SUCESSO ESTRONDOSO

O livro de Paula Hawkins, que inspirou o filme, já vendeu mais de quatro milhões de exemplares, foi traduzido para 44 línguas e, até o início de setembro, estava na lista dos mais vendidos do The New York Times. Além disso, “A Garota no Trem” tirou o posto de primeiro lugar de mais de seis anos de O símbolo Perdido (Dan Brown), na categoria suspense e investigação.

2. EMILY BLUNT COMO PROTAGONISTA E ELENCO SENSACIONAL

Emily Blunt, famosa por seus papéis nos filmes O Diabo Veste Prada (2006), O Lobisomen (2010) e No Limite do Amanhã (2014), interpreta a alcóolotra Rachel Watson. Rebecca Ferguson, Luke Evans, Édgar Ramirez, Laura Prepon, Allison Janney, Lisa Kudrow, Haley Bennett e Justin Theroux também estão no elenco.

3. A ESTREITA LINHA ENTRE REALIDADE E ILUSÃO

Rachel (Emily Blunt) é uma alcoólatra desempregada e deprimida que sofre pelo seu divórcio recente. Assim, todas as manhãs, ela viaja em um trem, fantasiando sobre a vida de um casal perfeito que observa pela janela. Como está passando por vários distúrbios psicológicos, poucos acreditam que ela pode ter presenciado uma tragédia envolvendo o casal. Será real ou tudo não passa de uma invenção da cabeça dela?

4. CENA FORTÍSSIMA QUE NÃO ESTÁ NO ROTEIRO ORIGINAL DO LIVRO

Segundo a Entertainment Weekly, uma passagem que não foi escrita por Paula Hawkins, será tão pesada que marcará a carreira de Emily Blunt. Segundo a revista, Rachel perde totalmente o controle na estação Grand Central Station em Nova York, pois o casal que a fez recuperar a fé no amor, e que ela julgava perfeito, não era tão perfeito assim: ela vê a mulher com outro.

Isso é o suficiente para a Rachel surtar e ter uma explosão de fúria, quebrando tudo num banheiro, escrevendo com um batom ferozmente no espelho e gritando a sua vontade de invadir a casa da mulher e arrancá-la de lá pelos cabelos. Depois disso, sem se lembrar de nada, ela acorda cheia de cortes e machucados e vê a notícia de que a tal mulher simplesmente está desaparecida. Será que a Rachel fez algo com ela?

5. O CENÁRIO

A cidade de Londres é o pano de fundo do livro, mas a produção de Tate Taylor não será gravada na Inglaterra. As filmagens aconteceram nos arredores de Nova York. Mas, para agradar aos fãs da obra escrita, Emily Blunt revelou que não vai perder o sotaque britânico para viver a personagem em live action.

6. HITCHCOCK MODERNO

Em entrevista ao Globo, Paula Hawkins já confessou que se inspirou nas obras de Hitchcock ao escrevê-lo. A crítica especializada reforça com a expectativa de que a produção tenha traços de suspense que remeta ao diretor mais famosos do gênero.

7. VILÕES “SUICIDAS” E “VINGADOR” NEGOCIARAM PARA INTEGRAR O ELENCO

Jared Leto, Margot Robbie, Kate Mara e Chris Evans foram cogitados para o filme. Já pensou? Mara e Robbie participaram das negociações para a personagem Megan, enquanto Luke Evans ficou com o papel que seria de Jared Leto.

CRÉDITOS A FONTE

Emily Blunt Brasil | 27.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Emily Blunt diz que só aceitou viver Rachel, a personagem central de “A garota no trem”, depois de fazer um pacto com o diretor do filme, a partir desta quinta nos cinemas brasileiros. Tate Taylor a assegurou que não iria reduzir o texto da britânica Paula Hawkins a uma história de detetive centrada na caricatura de uma mulher desesperada. A terceira obra de Hawkins foi o principal evento comercial do universo dos livros no ano passado, com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, publicado em 50 países. Natural que as expectativas em Hollywood fossem altas para a produção de US$ 45 milhões, desde o começo do mês em cartaz nos EUA — por lá, o longa foi um sucesso médio de bilheteria e não agradou a crítica, que celebrou a atuação corajosa da atriz de 33 anos, mas torceu o nariz para o melodrama, recheado de cenas de violência, alcoolismo e sexo apresentadas de forma nada sutil.

— Era para ser mesmo feio, realista, sem anestesia em relação à violência. Vi o filme pela primeira vez com o meu pai, que é defensor público, já viu de tudo. Mas, na última cena de ação, quando Rachel faz o que faz, mesmo para quem leu o livro, como ele, o choque é grande. Ele ficou horrorizado. Era o que queríamos — comemora a atriz londrina.

Conhecido pela direção de outra adaptação literária para o cinema, “Histórias cruzadas”, a partir do livro “A resposta”, de Kathryn Stockett, que rendeu um Oscar de melhor atriz coadjuvante para Octavia Spencer em 2012, Taylor transportou a linha de trem, cenário-fetiche de Hawkins, dos subúrbios de Londres para os de Nova York. Blunt, no entanto, não precisou mexer no sotaque.

— Meu falar original, bem inglês, acentuou o isolamento dela, que se encontra em uma situação-limite, sem família, sem uma gama de amigos para ampará-la. Você tem a nítida noção de que ela não é dali, e o sotaque, nesse caso, ajudou — afirma Blunt.

Para os outros dois papéis centrais, Taylor escalou Rebecca Ferguson (a insegura Anna, mulher e mãe da filha de Tom, ex-marido de Rachel) e Haley Bennett (Megan). Justin Theroux vive o dúbio Tom, e Luke Evans encarna Scott, o marido aparentemente perfeito de Megan. Alcoolizada, desmemoriada, sem trabalho, rumo e marido desde que se descobriu infértil, Rachel se torna peça importante na investigação do súbito desaparecimento de Megan, cuja rotina era por ela observada, com inveja, da janela do trem.

— Ninguém ali é santa. Fiquei imediatamente fascinada pelo fato de as três mulheres estarem bem distantes do arquétipo da princesa. O buraco cavado pela Paula é bem mais embaixo — diz Blunt, de 33 anos, que se descobriu grávida de sua segunda filha durante as filmagens. Ela é casada há seis anos com o ator John Krasinski.

Irreconhecível no começo do filme, devido ao uso de uma prótese facial, ela já se prepara para viver Mary Poppins no musical a ser lançado em 2018 que encontra a personagem imortalizada por Julie Andrews duas décadas depois dos eventos narrados no filme de 1964.

— Estou animada para cantar e quero muito conversar com a Julie antes de filmar. Poppins é aquela mulher enigmática, cheia de planos bons, e, a meu ver, nostálgica pacas. Tudo aquilo de que preciso depois da tragédia da Rachel.

Emily Blunt Brasil | 15.10.2016 | Entrevistas,Mary Poppins Returns,O Diabo Veste Prada

Recentemente, sentei-me com Blunt, em Nova York, onde discutimos sendo uma mãe e o que isso tem afetado os projetos que ela escolhe, trabalhando com o marido, e qual filme ela espera que seus filhos nunca encontrem.

PopSugar: Como muito, se tudo, são seus filhos um fator para a escolha de papéis reais que você escolha agora?

Emily Blunt : Mary Poppins! Que presente para minhas meninas! Eu teria feito Mary Poppins se eu fosse uma mãe ou não, mas o fato de que eu sou uma mãe e uma mãe de meninas é tão incrível para ser capaz de atuar como Mary Poppins. É um presente real. Porque elas vão só vou encontrá-las feliz.

PS: Que outros filmes de sua arquitetura você está animada para mostrar os seus filhos?

EB : Eu fiz Animal Crackers com John [Krasinski], que foi tão divertido e bonito. E eu fiz My Little Pony , embora eu sou um pônei desagradável em que, o que foi um pouco divertido. Estou animado sobre Mary Poppins.

PS: Quais filmes você não deseja que eles vejam?

EB : My Summer of Love , que foi o meu primeiro filme, onde eu estou tendo uma cena nua de sexo. Coisas assim, eu não acho que elas tenham que ver. Seria embaraçoso.

PS: Como foi que você e John realmente gravaram juntos e animal crackers?
EB : Nós fizemos sim, por isso tivemos de improvisar muito.

PS: Eu sinto que isso nunca acontece. Você sempre ouve sobre atores estarem na estande sozinho e nunca mais vejam o resto do elenco.
EB : Nunca! Pedimos para que ele, mas é muito mais fácil de coordenar com um casal que pode conduzir a trabalhar juntos. Foi legal porque poderíamos simplesmente sair do roteiro e torná-lo nosso. Isso foi divertido.

PS: Você vê isso como um trampolim para trabalhar juntos em um filme de ação ao vivo?
EB : Nós queremos! Tem que ser a coisa certa. Estamos procurando a coisa certa.

PS: Então John disse recentemente que viu O Diabo Veste Prada 75 vezes. . .
EB : Este filme é uma aberração para ele.

PS: Você já viu tudo o que ele fez mesmo perto de que muitas vezes?
EB : Eu vi um monte de episódios de The Office , mas eu não diria que eu assisti cada um 75 vezes . Eu não sei o que isso diz sobre mim.

PS: Há uma série de episódios de The Office. Literalmente mais de 100.
EB : Mas eu já vi cada um. Isso é um compromisso, certo? rsrsrs

Fonte

Emily Blunt Brasil | 11.10.2016 | A Garota no Trem

A princípio, pensamos que o novo filme da Universal Pictures e DreamWorks Pictures é de alguma forma semelhante à do ano passado Rosamund Pike filme estrelado, ” Garota \exemplar“, onde de Rosamund personagem Amy falsificou sua morte, manipulando as pessoas ao seu redor e acreditando eles que ela foi morta apenas para escapar de seu marido Nick , interpretado por Ben Affleck . Felizmente, o enredo não são semelhantes porque nós realmente podemos afirmar isso como a forma como a história se passa no filmeThe Girl on a Train “, estrelado por Emily Blunt .

The Girl on the Train ” é um filme drama de thriller psicológico que conta a história de três mulheres — Rachel , Anna , e Megan — quem é vidas se entrelaçam uns com os outros. Rachel ( Emily Blunt ), é a divorciada , alcoólatra, e uma mulher desempregada que ambarca em um trem todos os dias apenas para vigiar seu ex-marido, Tom ( Justin Theroux ) e sua vida com Anna ( Rebecca Ferguson ), sua nova esposa. Anna e Tom tem um filho e vive feliz junto. A babá de seu filho é o vizinho do lado Megan ( Haley Bennett ), que vive com seu marido, Scott ( Luke Evans ). Em uma reviravolta inesperada dos acontecimentos , quando testemunhou algo a partir da janela do trem, e o desaparecimento súbito de Megan estava ligado a ela, suas vidas seram compartilhadas por mistério e delírios a procura da verdade.

De todos o que os filmes que eu vi com Emily Blunt no mesmo, isto é, até agora, seu melhor desempenho até à data. ” The Girl on the Train ” é simplesmente tesouro inestimável agir de Emily Blunt. Seu excelente desempenho como delirante, alcoólatra, e de alguma forma obcecada ex-esposa de Justin Theroux personagem é apenas impressionante, notável e surpreendente. Ele apenas mostra sua versatilidade como atriz que não se ater a um único gênero de filme. Eu vi Emily Blunt fazendo ações e lutando em batalhas, mas suas batalhas aqui em ” The Girl on a Train ” é um pouco diferente do resto. Suas lutas são reais, juntamente com sua atuação, é apenas ótimo!

Claro, não podemos revelar o que aconteceu na história, porque é tudo no toque e nós queremos incentiva-lo a ir assistir o filme.

No geral, nós amamos como a história do filme vai e com Emily Blunt nele, é só uma experiência de 9 em cada 10 filmes para assistir. A história não é realmente simples, é bastante complicada na verdade, e o uso de diferentes cenas todos os dias coisas como um trem, pode levar a uma grande complicação , bem como a de “The Girl on the Train” .

Trailer:

Emily Blunt Brasil | 07.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Talvez o que faz com que Emily Blunt seja tão fascinante como o uma alcoólatra na adaptação para o cinema do romance best-seller, A Garota no Trem, é que o personagem não poderia estar mais longe de sua disposição na vida real. Cada dia no set, a atriz de 33 anos era transformada de uma amada nova mãe, de raciocínio rápido a uma isolada, escurecida e bêbada e ela conseguiu fazê-lo de forma incrível, de forma que o diretor de fotografia do filme já diz que ela é candidata ao Oscar.

“Este foi um papel muito desafiador em mais de uma maneira, muito distantes de quem eu sou como pessoa, e por isso eu precisava entender essa mentalidade ea mentalidade viciante e o que é sofrer com esta doença,” InStyle ‘s novembro 2016 estrela da capa diz no vídeo acima.

Conversando com a revista InStyle, a atriz Emily Blunt falou sobre o trabalho de maquiagem necessário para seu papel em A Garota no Trem – segundo ela, próteses foram construídas para seu rosto parecer mais “bêbado e feio.

“Eles fizeram uma prótese que colocava nos meus dentes, para parecer que estava com o rosto inchado. A maquiadora [Kyra Panchenko, que trabalhou em Kill Bill] passava sombra cinza nos meus olhos para parecer que tinha olheiras, e pintava veias de insônia e palidez por toda a minha cara”, disse a atriz.

A atriz ainda usou três lentes de contato, que davam novos tons a seus olhos: rosa para um pouco bêbada, vermelho para muito bêbada e amarelo para a ressaca.

“É algo que eu só não entendo, eu nunca tinha experimentado. E então eu falei com as pessoas, eu leio muitos livros, e eu assisti a filmes,  o que foi realmente a abertura dos meus olhos “, diz Blunt. A transformação não era tudo mental: a mãe de duas meninas passou muitas horas na cadeira de maquiagem para alcançar a aparência de uma alcoólatra espiral, afim de trazer a realidade de seu personagem.

Blunt, que estrela o novo suspense dirigido por Tate Taylor, vive a personagem Rachel, uma alcoólatra desempregada que se envolve em um caso policial sobre o desaparecimento de uma mulher. De acordo com a atriz, a equipe no final optou por mudar o nome da personagem de Kudrow para Martha, porque eles tinham certeza que “iria provocar algumas risadas na exibição de teste”.

Emily Blunt Brasil | 07.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Apesar de linda e talentosa, Emily Blunt tem um passado bem traumático.

Aos 33 anos, a atriz passou por momentos peaados , segundo falou numa entrevista recente para a revista InStyle. Por conta de uma aparência frágil na infâncial Blunt  virou alvo de piadinhas para outras crianças, sofrendo bullying.

“Acredito que tudo o que temos de ultrapassar na vida nos transforma. Fui bastante gozada e até hoje detesto pessoas más e que têm prazer em colocar os outros para baixo”, contou.

Blunt revelou que foi vítima de bullying, o que fez com que desenvolvesse um problema de gaguez quando era criança. Apesar de ter conseguido ultrapassar, ainda hoje tem dificuldades com algumas palavras e fica nervosa sempre que tem de falar em público.

“Os nomes são sempre difíceis porque não podemos substituí-los por outra palavra que nos deixe mais confortável. Ainda hoje tenho dificuldades em lidar com as palavras, e se estiver cansada é pior. Quando faço um telefonema, sobretudo se for para alguém que não conheço, tenho de preparar-me mentalmente. Há sempre uma pausa enorme entre o momento em que a pessoa pergunta quem está a ligar e a minha resposta a dizer que sou a Emily Blunt”, confessou.

Emily Blunt Brasil | 01.10.2016 | A Garota no Trem

Emily respondeu a algumas perguntas

Sobre as mulheres em Hollywood!
“As mulheres são realizadas para que o homem considere um ideal feminino. Você tem que ser bonita. Você tem que ser ‘simpática’, que é a menor e maldita palavra favorita na indústria “.

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Em A Garota no trem, sobre seu personagem: “Este acabou por ser um papel muito mais físico do que eu tinha previsto. Ela fica em uma fileira de poucas disputas e fica batendo e girando em torno de um acontecimento por vários caracteres. Justin adivinhou porque nós somos muito bons amigos. Estávamos passando por cima da sequência final, e eu estava sendo um pouco “desleixada” sobre algumas das tomadas. Ele me puxou de lado e foi, ‘O que é com você? Você está grávida?’ E eu era disse, ‘Sim.’ ”

Paula, sobre Emily atuar como sua Rachel no filme: “As pessoas dizem, ‘Oh, ela é bonita demais para atuar como ela. Mas isso não importa. A coisa sobre Rachel é a sua auto-aversão, sobre o que ela se sente sobre si mesma, e Emily realmente trouxe isso na forma como ela se desenvolve. Tudo o que dano é visível. ”

Emily Blunt Brasil | 21.09.2016 | A Garota no Trem

“No mundo interno é onde eu acho que as mulheres podem ser bastante crueis com o outro, mais do que qualquer outro ambiente,” Blunt disse THR.

 

Emily Blunt, Luke Evans, Rebecca Ferguson, Haley Bennett e diretor Tate Taylor chegaram na estreia mundial de A garota no Trem na terça-feira à noite, onde eles pisaram em falso trilhos de trem em vez de um tapete vermelho na Odeon Leicester Square, em Londres.

As estrelas Universal do suspense Blunt como uma mulher perturbada (um alcoólatra cujo marido a deixou por sua amante), que fica fascinada por um casal aparentemente perfeito cuja casa ela passa ao montar o trem. Mas depois ela acha que ela testemunha um assassinato, ela começa a perceber que ela pode ter sido envolvido no crime.

Como o romance e no filme de toque sobre aspectos da maternidade, Blunt – vestindo um Bejeweled, floral vestido de Alexander McQueen – ironicamente tirado da adaptação do bestseller Paula Hawkins enquanto ainda grávida de seu segundo filho.

“Eu acho que as mulheres vão realmente se relacionar com ele e ver os aspectos de si mesmos, ou se plenamente, em qualquer um desses personagens”, disse à The Hollywood Reporter . “Há uma pressão social enorme sobre as mulheres quando se trata de maternidade, e destes cultos mamãe ‘que acontecem Ele faz as mulheres sentem que têm de ser um pouco na defensiva sobre as escolhas que fazem -. Se eles querem ser mãe ou se não o fizerem, se querem amamentar ou se eles não o fazem. Eu poderia continuar e continuar.

“No mundo interno é onde eu acho que as mulheres podem ser bastante cruel sobre o outro, mais do que qualquer outro ambiente”, ela continuou. “Este filme mostra isso.”

Blunt  é reconhecidamente uma fã de algumas releituras de crime verdadeiros – “Eu amei O Jinx , e meu pai defende criminosos para ganhar a vida por isso é definitivamente uma conversa de jantar-mesa para nós!” – Mas ainda necessário para relaxar após um longo dia de filmagens do thriller doméstico escuro.

“Eu encontrei uma maneira de destacar a partir do dia – eu tinha um carro longa viagem para casa e iria tentar meditar no caminho”, ela disse sobre as filmagens de dezembro, em Nova York. Luke Evans concordou: “Eu tive que voltar para Manhattan – mas nenhum trem para mim!

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