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Emily Blunt Brasil | 24.03.2017 | A Garota no Trem,AWARDS

A Garota no Trem recebeu duas indicações no 43rd Annual Saturn Awards (também conhecido como o “Oscar Nerd): Melhor Filme de Suspense e Melhor Atriz para Emily Blunt. A premiação é organizada pela Academia de Filmes de Ficção Científica, Fantasia e Horror dos Estados Unidos. Os vencedores serão anunciados na cerimônia que acontece em 28 de junho, na Califórnia.

Emily Blunt Brasil | 31.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

“A Garota no Trem” seduziu os leitores (principalmente as leitoras) com um thriller psicológico envolvendo três mulheres insatisfeitas com suas vidas amorosas. A principal delas, a do título, é uma alcoólatra divorciada que inveja os casais sorridentes que ela observa da janela do trem todos os dias. Conforme a trama se desenrola, até quem parece feliz revela viver apenas de aparências, com a narrativa entrelaçando o destino das heroínas com algo ainda pior: um crime passional. Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos (110 mil deles no Brasil), o livro escrito por Paula Hawkins automaticamente despertou o interesse de Hollywood, ganhando uma versão cinematográfica na linha de outras adaptações de romances policiais envolvendo mulheres com problemas de relacionamento – e não os tradicionais detetives. No rastro de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, lançado em 2011, e “Garota Exemplar”, em 2014, ambos dirigidos por David Fincher, “A Garota no Trem” estreia nesta quinta nos cinemas do Brasil. A seguir, os principais trechos da entrevista que o diretor Tate Taylor e a atriz Emily Blunt, no papel da voyeur solitária, concederam ISTOÉ, em Nova York.

Por que as mulheres gostam tanto do livro? Seria uma espécie de alerta, considerando que as personagens aqui acabam sofrendo demais por serem dependentes de uma relação amorosa?
Emily Blunt – Talvez. Só acho importante não vê-las como vítimas. A maneira como elas vão se ajustando diante das frustrações amorosas é uma forma de empoderamento feminino, sobretudo quando elas percebem a verdade sobre seus homens, libertando-se. O filme discute a questão da identidade da mulher, principalmente no ambiente doméstico.

Tate Taylor – Apesar de elas dependerem de um homem, a figura masculina acaba ajudando-as a chegarem até onde elas precisam. Rachel (Emily Blunt) quer desesperadamente um filho, enquanto Megan (Haley Bennett) usa os homens para sexo, por ela não conseguir sentir nada emocionalmente. Já Anna (Rebecca Ferguson) almeja uma vida familiar idílica, ainda que seja de mentirinha, precisando de um homem para isso. Com o crime, fica evidente o que pode acontecer quando as mulheres buscam a realização de um desejo a qualquer preço, ainda mais se a relação a dois for falsa.

Houve uma preocupação no sentido de não banalizar a violência doméstica?
Tate Taylor – Sim. Eu só ganhei o apoio da escritora quando a convenci de que não desviaria da violência ou da sexualidade contidas no livro. Procurei retratar tudo de forma crua e realista justamente para mexer com o espectador.

Emily Blunt – Só aceitei participar do filme quando percebi que tudo seria representado de forma real e brutal. Não estaria de acordo se a intenção fosse trivializar, glorificar ou sensacionalizar a violência contra a mulher. Ela incomoda o espectador por trazer realismo.

Incomoda as comparações que “A Garota no Trem” tem recebido, principalmente com “Garota Exemplar”?
Tate Taylor – “Garota Exemplar” ganhou projeção mundial por desvendar lentamente quem teceu uma trama ardilosa. Aqui o foco é outro, à medida que ele cai sobre três personagens complexas. Exceto pelo “garota” no título, não vejo muitas semelhanças. Mas entendo por que isso é feito. Para ser honesto, quando eu preciso apresentar uma ideia de filme pela primeira vez a um estúdio, também faço referências. Uso uns três filmes já existentes para dar uma ideia do que estou falando (risos).

No livro, boa parte da história da protagonista Rachel se passa na mente dela. Foi complicado traduzir isso no cinema?
Tate Taylor – Foi. Não só pela ação ser mais interna, na cabeça da personagem, como também pela narrativa avançar e voltar no tempo e por trazer vários pontos de vista, incluindo o das duas outras mulheres. Muito do que Rachel diz no livro é diretamente para nós, leitores. Com isso, ela fica divertida às vezes. O problema é que não havia espaço para cenas engraçadas no filme. Tive de escolher cirurgicamente o que ela diria e não diria.
Emily Blunt – Eu busquei retratar uma alcoólatra com autenticidade, mostrando como as pessoas sofrendo disso ficam confusas às vezes. Vi muitos documentários e falei com amigos que estão em recuperação ou já se recuperaram para tentar entendê-los. Como no cinema não dá para dizer toda hora o que o personagem está pensando, a linguagem corporal deve assumir parte desse papel. Foi o que tentei fazer.
A que vocês atribuem o sucesso do livro?

Tate Taylor – Todos nós gostamos de fofocas, mesmo quem não gosta de admitir (risos). Adoramos saber o que está acontecendo com nossos amigos, inimigos e conhecidos. Se eles não estiverem felizes, melhor ainda (risos). Assim, nós provavelmente nos sentimos melhor sobre nós mesmos. Paula Hawkins fez isso muito bem no livro, apresentando três mulheres que nos contam seus segredos mais sombrios em primeira mão. Sentimos como se elas estivessem falando conosco, revelando coisas ultrajantes que instigam a nossa imaginação e nos impedem de parar com a leitura.

Emily Blunt – A plateia feminina quer se identificar com as mulheres dos livros e dos filmes. E para isso as personagens precisam apresentar falhas e, de preferência, encarar uma jornada cheia de adversidades. De certa forma, isso se torna um consolo, ao percebermos que não estamos sozinhos no sofrimento humano.

FONTE: ISTOÉ,NY

Emily Blunt Brasil | 27.10.2016 | A Garota no Trem

Suspense, elenco de peso, best-seller de sucesso… Motivos para assistir “A Garota do Trem” não faltam. O filme, baseado na obra de mesmo nome escrito por Paula Hawkins, será lançado no Brasil nesta quinta-feira (27) e deve ser um sucesso de bilheteria. A produção teve estreia mundial no dia 7 deste mês e ficou em primeiro lugar no chamado “mercado interno” – que inclui Estados Unidos e Canadá – ao arrecadar US$ 24,7 milhões. Deu pra ver que atrativos realmente não faltam, não é? Então toma aqui 7 razões para você não deixar de ver esse sucesso”:

1. BASEADO NUM BEST-SELLER DE SUCESSO ESTRONDOSO

O livro de Paula Hawkins, que inspirou o filme, já vendeu mais de quatro milhões de exemplares, foi traduzido para 44 línguas e, até o início de setembro, estava na lista dos mais vendidos do The New York Times. Além disso, “A Garota no Trem” tirou o posto de primeiro lugar de mais de seis anos de O símbolo Perdido (Dan Brown), na categoria suspense e investigação.

2. EMILY BLUNT COMO PROTAGONISTA E ELENCO SENSACIONAL

Emily Blunt, famosa por seus papéis nos filmes O Diabo Veste Prada (2006), O Lobisomen (2010) e No Limite do Amanhã (2014), interpreta a alcóolotra Rachel Watson. Rebecca Ferguson, Luke Evans, Édgar Ramirez, Laura Prepon, Allison Janney, Lisa Kudrow, Haley Bennett e Justin Theroux também estão no elenco.

3. A ESTREITA LINHA ENTRE REALIDADE E ILUSÃO

Rachel (Emily Blunt) é uma alcoólatra desempregada e deprimida que sofre pelo seu divórcio recente. Assim, todas as manhãs, ela viaja em um trem, fantasiando sobre a vida de um casal perfeito que observa pela janela. Como está passando por vários distúrbios psicológicos, poucos acreditam que ela pode ter presenciado uma tragédia envolvendo o casal. Será real ou tudo não passa de uma invenção da cabeça dela?

4. CENA FORTÍSSIMA QUE NÃO ESTÁ NO ROTEIRO ORIGINAL DO LIVRO

Segundo a Entertainment Weekly, uma passagem que não foi escrita por Paula Hawkins, será tão pesada que marcará a carreira de Emily Blunt. Segundo a revista, Rachel perde totalmente o controle na estação Grand Central Station em Nova York, pois o casal que a fez recuperar a fé no amor, e que ela julgava perfeito, não era tão perfeito assim: ela vê a mulher com outro.

Isso é o suficiente para a Rachel surtar e ter uma explosão de fúria, quebrando tudo num banheiro, escrevendo com um batom ferozmente no espelho e gritando a sua vontade de invadir a casa da mulher e arrancá-la de lá pelos cabelos. Depois disso, sem se lembrar de nada, ela acorda cheia de cortes e machucados e vê a notícia de que a tal mulher simplesmente está desaparecida. Será que a Rachel fez algo com ela?

5. O CENÁRIO

A cidade de Londres é o pano de fundo do livro, mas a produção de Tate Taylor não será gravada na Inglaterra. As filmagens aconteceram nos arredores de Nova York. Mas, para agradar aos fãs da obra escrita, Emily Blunt revelou que não vai perder o sotaque britânico para viver a personagem em live action.

6. HITCHCOCK MODERNO

Em entrevista ao Globo, Paula Hawkins já confessou que se inspirou nas obras de Hitchcock ao escrevê-lo. A crítica especializada reforça com a expectativa de que a produção tenha traços de suspense que remeta ao diretor mais famosos do gênero.

7. VILÕES “SUICIDAS” E “VINGADOR” NEGOCIARAM PARA INTEGRAR O ELENCO

Jared Leto, Margot Robbie, Kate Mara e Chris Evans foram cogitados para o filme. Já pensou? Mara e Robbie participaram das negociações para a personagem Megan, enquanto Luke Evans ficou com o papel que seria de Jared Leto.

CRÉDITOS A FONTE

Emily Blunt Brasil | 27.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Emily Blunt diz que só aceitou viver Rachel, a personagem central de “A garota no trem”, depois de fazer um pacto com o diretor do filme, a partir desta quinta nos cinemas brasileiros. Tate Taylor a assegurou que não iria reduzir o texto da britânica Paula Hawkins a uma história de detetive centrada na caricatura de uma mulher desesperada. A terceira obra de Hawkins foi o principal evento comercial do universo dos livros no ano passado, com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, publicado em 50 países. Natural que as expectativas em Hollywood fossem altas para a produção de US$ 45 milhões, desde o começo do mês em cartaz nos EUA — por lá, o longa foi um sucesso médio de bilheteria e não agradou a crítica, que celebrou a atuação corajosa da atriz de 33 anos, mas torceu o nariz para o melodrama, recheado de cenas de violência, alcoolismo e sexo apresentadas de forma nada sutil.

— Era para ser mesmo feio, realista, sem anestesia em relação à violência. Vi o filme pela primeira vez com o meu pai, que é defensor público, já viu de tudo. Mas, na última cena de ação, quando Rachel faz o que faz, mesmo para quem leu o livro, como ele, o choque é grande. Ele ficou horrorizado. Era o que queríamos — comemora a atriz londrina.

Conhecido pela direção de outra adaptação literária para o cinema, “Histórias cruzadas”, a partir do livro “A resposta”, de Kathryn Stockett, que rendeu um Oscar de melhor atriz coadjuvante para Octavia Spencer em 2012, Taylor transportou a linha de trem, cenário-fetiche de Hawkins, dos subúrbios de Londres para os de Nova York. Blunt, no entanto, não precisou mexer no sotaque.

— Meu falar original, bem inglês, acentuou o isolamento dela, que se encontra em uma situação-limite, sem família, sem uma gama de amigos para ampará-la. Você tem a nítida noção de que ela não é dali, e o sotaque, nesse caso, ajudou — afirma Blunt.

Para os outros dois papéis centrais, Taylor escalou Rebecca Ferguson (a insegura Anna, mulher e mãe da filha de Tom, ex-marido de Rachel) e Haley Bennett (Megan). Justin Theroux vive o dúbio Tom, e Luke Evans encarna Scott, o marido aparentemente perfeito de Megan. Alcoolizada, desmemoriada, sem trabalho, rumo e marido desde que se descobriu infértil, Rachel se torna peça importante na investigação do súbito desaparecimento de Megan, cuja rotina era por ela observada, com inveja, da janela do trem.

— Ninguém ali é santa. Fiquei imediatamente fascinada pelo fato de as três mulheres estarem bem distantes do arquétipo da princesa. O buraco cavado pela Paula é bem mais embaixo — diz Blunt, de 33 anos, que se descobriu grávida de sua segunda filha durante as filmagens. Ela é casada há seis anos com o ator John Krasinski.

Irreconhecível no começo do filme, devido ao uso de uma prótese facial, ela já se prepara para viver Mary Poppins no musical a ser lançado em 2018 que encontra a personagem imortalizada por Julie Andrews duas décadas depois dos eventos narrados no filme de 1964.

— Estou animada para cantar e quero muito conversar com a Julie antes de filmar. Poppins é aquela mulher enigmática, cheia de planos bons, e, a meu ver, nostálgica pacas. Tudo aquilo de que preciso depois da tragédia da Rachel.

Emily Blunt Brasil | 11.10.2016 | A Garota no Trem

A princípio, pensamos que o novo filme da Universal Pictures e DreamWorks Pictures é de alguma forma semelhante à do ano passado Rosamund Pike filme estrelado, ” Garota \exemplar“, onde de Rosamund personagem Amy falsificou sua morte, manipulando as pessoas ao seu redor e acreditando eles que ela foi morta apenas para escapar de seu marido Nick , interpretado por Ben Affleck . Felizmente, o enredo não são semelhantes porque nós realmente podemos afirmar isso como a forma como a história se passa no filmeThe Girl on a Train “, estrelado por Emily Blunt .

The Girl on the Train ” é um filme drama de thriller psicológico que conta a história de três mulheres — Rachel , Anna , e Megan — quem é vidas se entrelaçam uns com os outros. Rachel ( Emily Blunt ), é a divorciada , alcoólatra, e uma mulher desempregada que ambarca em um trem todos os dias apenas para vigiar seu ex-marido, Tom ( Justin Theroux ) e sua vida com Anna ( Rebecca Ferguson ), sua nova esposa. Anna e Tom tem um filho e vive feliz junto. A babá de seu filho é o vizinho do lado Megan ( Haley Bennett ), que vive com seu marido, Scott ( Luke Evans ). Em uma reviravolta inesperada dos acontecimentos , quando testemunhou algo a partir da janela do trem, e o desaparecimento súbito de Megan estava ligado a ela, suas vidas seram compartilhadas por mistério e delírios a procura da verdade.

De todos o que os filmes que eu vi com Emily Blunt no mesmo, isto é, até agora, seu melhor desempenho até à data. ” The Girl on the Train ” é simplesmente tesouro inestimável agir de Emily Blunt. Seu excelente desempenho como delirante, alcoólatra, e de alguma forma obcecada ex-esposa de Justin Theroux personagem é apenas impressionante, notável e surpreendente. Ele apenas mostra sua versatilidade como atriz que não se ater a um único gênero de filme. Eu vi Emily Blunt fazendo ações e lutando em batalhas, mas suas batalhas aqui em ” The Girl on a Train ” é um pouco diferente do resto. Suas lutas são reais, juntamente com sua atuação, é apenas ótimo!

Claro, não podemos revelar o que aconteceu na história, porque é tudo no toque e nós queremos incentiva-lo a ir assistir o filme.

No geral, nós amamos como a história do filme vai e com Emily Blunt nele, é só uma experiência de 9 em cada 10 filmes para assistir. A história não é realmente simples, é bastante complicada na verdade, e o uso de diferentes cenas todos os dias coisas como um trem, pode levar a uma grande complicação , bem como a de “The Girl on the Train” .

Trailer:

Emily Blunt Brasil | 07.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Talvez o que faz com que Emily Blunt seja tão fascinante como o uma alcoólatra na adaptação para o cinema do romance best-seller, A Garota no Trem, é que o personagem não poderia estar mais longe de sua disposição na vida real. Cada dia no set, a atriz de 33 anos era transformada de uma amada nova mãe, de raciocínio rápido a uma isolada, escurecida e bêbada e ela conseguiu fazê-lo de forma incrível, de forma que o diretor de fotografia do filme já diz que ela é candidata ao Oscar.

“Este foi um papel muito desafiador em mais de uma maneira, muito distantes de quem eu sou como pessoa, e por isso eu precisava entender essa mentalidade ea mentalidade viciante e o que é sofrer com esta doença,” InStyle ‘s novembro 2016 estrela da capa diz no vídeo acima.

Conversando com a revista InStyle, a atriz Emily Blunt falou sobre o trabalho de maquiagem necessário para seu papel em A Garota no Trem – segundo ela, próteses foram construídas para seu rosto parecer mais “bêbado e feio.

“Eles fizeram uma prótese que colocava nos meus dentes, para parecer que estava com o rosto inchado. A maquiadora [Kyra Panchenko, que trabalhou em Kill Bill] passava sombra cinza nos meus olhos para parecer que tinha olheiras, e pintava veias de insônia e palidez por toda a minha cara”, disse a atriz.

A atriz ainda usou três lentes de contato, que davam novos tons a seus olhos: rosa para um pouco bêbada, vermelho para muito bêbada e amarelo para a ressaca.

“É algo que eu só não entendo, eu nunca tinha experimentado. E então eu falei com as pessoas, eu leio muitos livros, e eu assisti a filmes,  o que foi realmente a abertura dos meus olhos “, diz Blunt. A transformação não era tudo mental: a mãe de duas meninas passou muitas horas na cadeira de maquiagem para alcançar a aparência de uma alcoólatra espiral, afim de trazer a realidade de seu personagem.

Blunt, que estrela o novo suspense dirigido por Tate Taylor, vive a personagem Rachel, uma alcoólatra desempregada que se envolve em um caso policial sobre o desaparecimento de uma mulher. De acordo com a atriz, a equipe no final optou por mudar o nome da personagem de Kudrow para Martha, porque eles tinham certeza que “iria provocar algumas risadas na exibição de teste”.

Emily Blunt Brasil | 07.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Apesar de linda e talentosa, Emily Blunt tem um passado bem traumático.

Aos 33 anos, a atriz passou por momentos peaados , segundo falou numa entrevista recente para a revista InStyle. Por conta de uma aparência frágil na infâncial Blunt  virou alvo de piadinhas para outras crianças, sofrendo bullying.

“Acredito que tudo o que temos de ultrapassar na vida nos transforma. Fui bastante gozada e até hoje detesto pessoas más e que têm prazer em colocar os outros para baixo”, contou.

Blunt revelou que foi vítima de bullying, o que fez com que desenvolvesse um problema de gaguez quando era criança. Apesar de ter conseguido ultrapassar, ainda hoje tem dificuldades com algumas palavras e fica nervosa sempre que tem de falar em público.

“Os nomes são sempre difíceis porque não podemos substituí-los por outra palavra que nos deixe mais confortável. Ainda hoje tenho dificuldades em lidar com as palavras, e se estiver cansada é pior. Quando faço um telefonema, sobretudo se for para alguém que não conheço, tenho de preparar-me mentalmente. Há sempre uma pausa enorme entre o momento em que a pessoa pergunta quem está a ligar e a minha resposta a dizer que sou a Emily Blunt”, confessou.

Emily Blunt Brasil | 01.10.2016 | A Garota no Trem

Emily respondeu a algumas perguntas

Sobre as mulheres em Hollywood!
“As mulheres são realizadas para que o homem considere um ideal feminino. Você tem que ser bonita. Você tem que ser ‘simpática’, que é a menor e maldita palavra favorita na indústria “.

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Em A Garota no trem, sobre seu personagem: “Este acabou por ser um papel muito mais físico do que eu tinha previsto. Ela fica em uma fileira de poucas disputas e fica batendo e girando em torno de um acontecimento por vários caracteres. Justin adivinhou porque nós somos muito bons amigos. Estávamos passando por cima da sequência final, e eu estava sendo um pouco “desleixada” sobre algumas das tomadas. Ele me puxou de lado e foi, ‘O que é com você? Você está grávida?’ E eu era disse, ‘Sim.’ ”

Paula, sobre Emily atuar como sua Rachel no filme: “As pessoas dizem, ‘Oh, ela é bonita demais para atuar como ela. Mas isso não importa. A coisa sobre Rachel é a sua auto-aversão, sobre o que ela se sente sobre si mesma, e Emily realmente trouxe isso na forma como ela se desenvolve. Tudo o que dano é visível. ”

Emily Blunt Brasil | 21.09.2016 | A Garota no Trem

“No mundo interno é onde eu acho que as mulheres podem ser bastante crueis com o outro, mais do que qualquer outro ambiente,” Blunt disse THR.

 

Emily Blunt, Luke Evans, Rebecca Ferguson, Haley Bennett e diretor Tate Taylor chegaram na estreia mundial de A garota no Trem na terça-feira à noite, onde eles pisaram em falso trilhos de trem em vez de um tapete vermelho na Odeon Leicester Square, em Londres.

As estrelas Universal do suspense Blunt como uma mulher perturbada (um alcoólatra cujo marido a deixou por sua amante), que fica fascinada por um casal aparentemente perfeito cuja casa ela passa ao montar o trem. Mas depois ela acha que ela testemunha um assassinato, ela começa a perceber que ela pode ter sido envolvido no crime.

Como o romance e no filme de toque sobre aspectos da maternidade, Blunt – vestindo um Bejeweled, floral vestido de Alexander McQueen – ironicamente tirado da adaptação do bestseller Paula Hawkins enquanto ainda grávida de seu segundo filho.

“Eu acho que as mulheres vão realmente se relacionar com ele e ver os aspectos de si mesmos, ou se plenamente, em qualquer um desses personagens”, disse à The Hollywood Reporter . “Há uma pressão social enorme sobre as mulheres quando se trata de maternidade, e destes cultos mamãe ‘que acontecem Ele faz as mulheres sentem que têm de ser um pouco na defensiva sobre as escolhas que fazem -. Se eles querem ser mãe ou se não o fizerem, se querem amamentar ou se eles não o fazem. Eu poderia continuar e continuar.

“No mundo interno é onde eu acho que as mulheres podem ser bastante cruel sobre o outro, mais do que qualquer outro ambiente”, ela continuou. “Este filme mostra isso.”

Blunt  é reconhecidamente uma fã de algumas releituras de crime verdadeiros – “Eu amei O Jinx , e meu pai defende criminosos para ganhar a vida por isso é definitivamente uma conversa de jantar-mesa para nós!” – Mas ainda necessário para relaxar após um longo dia de filmagens do thriller doméstico escuro.

“Eu encontrei uma maneira de destacar a partir do dia – eu tinha um carro longa viagem para casa e iria tentar meditar no caminho”, ela disse sobre as filmagens de dezembro, em Nova York. Luke Evans concordou: “Eu tive que voltar para Manhattan – mas nenhum trem para mim!

FONTE

Emily Blunt Brasil | 14.09.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Emily Blunt já percorreu um longo caminho desde a sua vez de fazer estrelas como um fashionista Louboutin-loving em 2006 de O Diabo Veste Prada .Para desempenhar o papel principal em The Girl on the Train , a 07 de outubro, ela teve que deglamorize como nunca antes. “Fale sobre sem maquiagem”, diz ela sobre o teriyaki salmão e chá verde gelado em um sushi joint Brooklyn em uma noite de fim de verão.”Nós adicionamos maquiagem para me fazer parecer ainda mais como eu não tinha maquiagem.” Cada dia que ela foi decorado com próteses de bolsas sob os olhos, varizes e rosácea, juntamente com uma matriz mudança de lentes de contato para evocar vários estágios de embriaguez: rosada para tonto, injetados para martelado, tingida de amarelo para brutalmente ressaca.

Apesar de toda a atenção sobre as minúcias de sua aparência, a chave para interpretar um personagem-a como realmente danificado divorciado, infértil alcoólica obcecado com as vidas perfeitas para o futuro de um casal que whizzes passado em seu diário comutar-lay muito abaixo do turvo superfície -eyed. Para trazer Rachel Watson à vida, Blunt, de 33 anos, teve que aprender a se identificar com a humilhação e isolamento familiar para muitos viciados. Ela desapareceu tão completamente na personagem que até mesmo seu marido, o ator e diretor John Krasinski , diz que não reconhecê-la na tela. “Pela primeira vez”, diz ele, “eu esqueci que era minha esposa.”

Um grande elogio que isso possa ser, Blunt vai precisar para impressionar legiões de críticos mais duros: os milhões de leitores que balizadas inspiração do filme, Paula Hawkins 2015 romance de mesmo nome, ao No. 1 ponto no New York Times best- vendedor lista por 13 semanas em linha reta. Enquanto o livro é o tipo de psicodrama Hitchcock impossível-se colocar para baixo que implora por uma adaptação para o cinema, o seu sucesso cria uma barra assustadora para o filme para limpar. “Isso é o que eu achei tão atraente”, diz Blunt. “É menos sobre o thriller de whodunit. É a idéia de seu escurecimento bebido protagonista certificando-se de que ela não fez isso. ”

A novela entrelaça as perspectivas de três mulheres interligados. Há Rachel, que monta o trem de Westchester suburbana em New York City.(O filme transplanta a história de ajuste de Londres do livro para os EUA, embora Blunt mantém o sotaque dela em homenagem a história Hawkins ‘.) Então há Megan (Haley Bennett), cuja casa de trem de Rachel passa cada dia e que, Rachel imagina, tem um casamento perfeito. E, finalmente, há Anna ( Rebecca Ferguson ), o agente imobiliário a quem o marido de Rachel ( Justin Theroux ) deixou por. Quando Megan vai faltar, Rachel acredita que pode ajudar a resolver o mystery- embora ela não pode ter certeza que ela não o fez, durante um apagão, ter algo a ver com o desaparecimento de Megan.

um thriller. “Eu estava muito protectora do viciado e suas emoções”, diz ele. “Eu fui tocado por ela, todo mundo tem em algum ponto. Eu não queria fazer um filme em que não foi tratada adequadamente. ”

Desde sair stateside em Prada , o Blunt nascido em Londres mostrou gama incomum como um agente do FBI ( Sicario ), esposa de um padeiro canto (Into the Woods ) e um herói de ação de boa-fé ( Edge of Tomorrow ). Ela sabia quão facilmente retratos poderia deslizar em caricatura. “Eu estava nervoso para fazer esse ato bebido-tio”, diz ela. Para evitar as armadilhas (e pratfalls) de exagero, ela mergulhou na literatura sobre abuso de substâncias, conversou com os alcoólicos em recuperação e assistiu lotes da A & E reality show Intervenção .

“Você vê a humilhação de ser um viciado e que ele faz para sua família,” Blunt diz de representação do programa de dependência química. “E fisicamente, eu precisava ver como os alcoólicos se movem quando eles estão realmente desperdiçado.” Esses movimentos tinham de ser calibrado para cada cena, por isso Taylor e Blunt criado um sistema de níveis para indicar a embriaguez que pudesse funcionar como cues- “tipo de como os códigos de cores da Segurança Interna “, brinca Taylor.

Blunt oferece um exemplo de um erro comum que as pessoas fazem ao tentar se passar por um bêbado: a vacilante, all-over-the-lugar cambalear.”Não é isso que um bêbado parece”, diz ela, citando o conselho de um amigo dela que generosamente compartilhou suas próprias experiências com dependência de álcool. “Um bêbado está tentando se concentrar em você. Eles estão realmente tentando fazer as coisas a entrar em foco. ”

Atrás da névoa escura naqueles olhos procurando é um latejante, humilhação desesperada. “Quando você tem esse recolhimento nebuloso da noite anterior, há uma vergonha que vem junto com ele que ela desempenha tão bem”, diz Theroux. “Viver com essa vergonha, que serpenteia a cauda: quanto mais vergonha que você sente, mais você bebe.Quanto mais você bebe, mais vergonha que você sente. ”

O físico exigido pela parte estendida para além confrontos bêbados para disputas violentas, que não eram complicado tanto por sua coreografia como para o fato de que Blunt descobriu que ela estava grávida uma semana antes do início das filmagens. Tentando mantê-lo em segredo revelado difícil. Após ter evitado explosões de fogo em Edge of Tomorrow , lembra ela, suas preocupações sobre beliscar um quadril ao levantar-se do chão tinha Theroux levantando uma sobrancelha. (Theroux, que é um amigo de longa data fora da tela, adivinhou logo no início;. Ele era o único que sabia até que ela atingiu cerca de 18 semanas “É necessária uma grande quantidade de check-ins entre as tomadas”, diz ele agora ” ‘Será que isso dói. ? Eu sinto muito. “Eu estava com tanto medo de tocá-la de qualquer maneira que foi remotamente agressivo.”)

Foi também uma posição interessante para Blunt para encontrar-se em, considerando que muito do descontentamento de Rachel deriva de sua incapacidade de engravidar. Mas Blunt tinha muita experiência observando que a luta entre as mulheres em sua própria vida. “Eu vi como você literalmente não pode colocar um pé na frente do outro, sem pensar nisso todos os dias”, diz ela. “Eu vi as mulheres se sentem como se eles fossem não as mulheres porque eles não podem ter um bebê.”

Alguns de grande orçamento filmes de Hollywood apresentam uma personagem tão comprometida fêmea em um papel principal e narrador auto-aversão de Blunt que não pode mesmo confiar em sua própria memória pode clang com alguns espectadores. Mas Taylor diz que o objetivo era empatia, não simpatia. “Preciso ter Rachel tem um momento de karaoke num bar onde você acha que ela é adorável?”, Diz Taylor.”Quando você se inclina para a dor de alguém e chegar à raiz do mesmo, você amolecer. Você quer que eles para ganhar. ”

Blunt diz que ela encontrou o papel, sem os típicos clichês Mulher principal, libertando. “Foi tão refrescante que eu não precisa se preocupar com atraente para um público masculino. Eu não dou um sh-t, honestamente “, ela diz com uma risada. “Tudo que eu quero é que as pessoas entendê-la.”

Como o livro que o inspirou, A menina no trem não funciona apenas porque é emocionante, mas também porque lida com sucesso com temas mais amplos. Ansiedades sobre classe, fidelidade e expectativas não atendidas vêm à tona quando Rachel tenta resolver o mistério. Ela enfrenta a dor de suas decepções por olhando para uma garrafa de vodka, enquanto a vida que ela anseia-um casamento amoroso em um charmoso branco colonial-se afasta da visão através da janela de um trem.

Quiz : podemos adivinhar seu major base no seu estilo

Sua forma extrema de enfrentamento pode não ser universal, mas os sentimentos que dirigi-lo é. A mídia social oferece um fluxo constante de incandescência atualizações em o estado de carreira mais significativa, o estilo de vida mais ricos, o casamento-que mais íntima pode corroer até mesmo o mais confiante entre nós. Despir os detalhes, e nós temos tudo estado Rachel, olhando para a vida que prefiro ter. “Vivemos em um mundo de” a grama é mais verde “, vivendo através outros”, diz Blunt. “Mas a vida que você acha que você quer não é necessariamente real.”

De volta ao restaurante de sushi, sua teriyaki salmão obliterada, Blunt pega o seu telefone e puxa uma foto dela de 9 semanas de idade, filha, como se para aliviar o clima. “Não são bebé sorri o melhor?”, Ela pergunta. Com suas duas crianças em mente, ela está alinhada uma chapa de papéis que refletem um desejo de afastar- Train escuridão ‘s e, em suas palavras, “ir em direção à luz”: seus próximos quatro projetos são um filme de animação chamado Animal Crackers , My Little Pony: The Movie , um Gnomeo & Juliet sequela e, mais notavelmente, respirando nova vida ao babá amado no filme da Disney Mary Poppins Retorna , que deve sair em 2018.

Ainda assim, você não vai encontrar aqueles sorrisos do bebê em seu feed de Instagram, porque Blunt não tem um. Ela é caracteres reprodução do conteúdo para uma vida e diz que ela não tem vontade de fazer a sua vida diária em um espetáculo maior. “As pessoas podem fazer suposições com base no que vêem no tapete vermelho, mas isso não é a minha vida”, diz Blunt. “Não há nada de real sobre isso.”

Quiz : Você está pronto para voltar à escola?

Quando a nossa conversa termina, ela vai voltar para casa, alimentar o bebê e em sintonia com episódio de ontem à noite de seu prazer culpado favorito, da América Got Talent . É uma espécie de antídoto para a inveja-janela do trem brilho: não invejar a vida dos outros, mas alegria em seu sucesso. E então, quando os créditos, talvez ela vai desligar a TV e se alegrar em sua própria.

O desafio para o diretor Tate Taylor, cujos créditos incluem o direito-era Civil drama de 2011 The Help e de 2014 James Brown biopic Get On Up , era produzir um retrato firme do vício, sem poupar sobre os prazeres da vida.

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