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Emily Blunt Brasil | 09.06.2017 | Entrevistas,Galeria,Programas de TV

Na quinta-feira (08), nossa querida Emily Blunt participou do programa ‘The Late Late Show with James Corden’ em sua edição especial em Londres, junto com David Beckham e Harry Styles. Confira os vídeos do programa:

Emily participou em uma esquete chamada “Soundtrack para Romeu e Julieta”, ela James Corden recriam o clássico de Shakespeare cantando músicas pops contemporâneas.

 

Em seguida Emily comentou sobre a mudança de sua família para Londres e as filmagens de ‘Mary Poppins Returns’.

 

Emily também recriou, ao lado de James Corden, a foto de casamento de David e Victoria Beckham.

 

As fotos do programa também estão em nossa Galeria, não deixe de visitar!

   

PROGRAMAS DE TV > 2017 > 08.06 – LATE LATE SHOW WITH JAMES CORDEN

Emily Blunt Brasil | 09.06.2017 | Entrevistas,Filmes,Mary Poppins Returns

A Entertainment Weekly divulgou na quinta-feira (08), uma entrevista exclusiva com Emily Blunt direto do set de ‘Mary Poppins Returns’, onde ela comentou sobre suas inspirações para interpretar a icônica personagem. Confira a entrevista traduzida:

Dos três filmes que todos os espectadores deveriam saber antes de ver a sequência da Disney em 2018, ‘Mary Poppins Returns’, dois são de “fácil entendimento”: clássico de 1965 ‘Mary Poppins’, que trouxe os livros de P.L. Travers para a tela, e a cinebiografia de 2013 ‘Saving Mr. Banks’, que relatou as primeiras interações de Walt Disney com a autora para conseguir fazer o filme de 1964.
O terceiro filme na lista é uma surpresa, mas serviu de inspiração para a nova estrela, Emily Blunt, em sua interpretação da amada babá Mary Poppins: o sucesso de Howards Hawks de 1940, ‘His Girl Friday’ (abaixo). A comédia clássica estrelada por Rosalind Russel como Hildy Johnson, uma jornalista rápida, inteligente e prática, que exerce ferozmente o poder da conversa e pode disciplinar uma sala cheia de homens desagradáveis com apenas um olhar.


“Ela é como uma heroína para mim, e na verdade, essa foi a “entrada” para a personagem que discuti com o diretor Rob Marshall”, conta Blunt a EW no set da sequência. “ Eu adoro o ritmo em que as coisas acontecem. É tão emocionante. São os anos 30 em nosso filme e, portanto, tem uma leveza e uma qualidade, o que eu pensei que estava certo porque Mary vem e varre tudo e faz tudo certo novamente e tudo acontece antes mesmo de você saber disso. Há um ritmo que pareceu realmente correto para o período e a personagem. E, estilisticamente, também é um aspecto diferente, eu adoro toda essa era. ”
A abordagem de Blunt como Mary Poppins é menos parecida com a performance de Julie Andrew em 1964 e muito mais com a da série de oito livros de Travers, o que serviu de inspiração para a história de ‘Mary Poppins Returns’ nos anos 30. “Comecei a assistir o filme e depois decidi que esse não era o melhor jeito se eu quisesse encontrar algo original, então eu li os livros e encontrei tudo o que queria lá”, diz Blunt. “Os livros rapidamente se tornarão uma fonte para mim. Eu sou uma dessas pessoas que, quando tenho um instinto sobre uma personagem e encontro uma “entrada”, apenas vou. A personagem saltou da página e imediatamente tive um instinto sobre como interpretá-la, e está na direção que os livros estavam me levando. “
A Mary Poppins que vive nos livros de Travers, que para maioria das pessoas é menos conhecida que o filme da Disney, na verdade, lembra o ritmo corrido de ‘His Girl Friday’. No livro, Mary Poppins tem uma simpatia implícita, mas ela também é bastante barulhenta, obcecada pela perfeição, facilmente ofendida e pronta para disparar uma farpa ácida para aqueles que a incomodam. A maioria dos capítulos termina com Mary, depois de ter levado as crianças Banks para as nuvens ou no fundo do mar, insistindo que o inimaginável que aconteceu foi exatamente isso – inimaginável. Este são os níveis que Blunt calibrou em seu desempenho. “É um pouco surreal às vezes, mas estou tentando abordá-la como eu faria com qualquer outra personagem, de modo que não fiquei sobrecarregada com a imagem icônica que as pessoas têm de Mary Poppins”, diz a atriz.
O diretor Marshall, diz que Blunt foi sua primeira e imediata escolha para o papel quando o projeto surgiu pela primeira vez: “Nós realmente trabalhamos para descobrir quem ela é no mundo e quem é nas aventuras, porque nas aventuras, ela se deixa ir e pode ser excêntrica e estranha em sua essência, e no mundo real, ela nega absolutamente tudo o que aconteceu. Foi tão surpreendente ver Emily nos ensaios. Ela trabalhou no livro e encontrou o caminho. Ela tem essa incrível combinação de mistério, humor e calor, mas também é incrivelmente rígida. Há, de certa forma, um pouco mais de escuridão nela. É a gama completa. Emily encontra aquela excentricidade, estranheza e grande profundidade de sentimento e vulnerabilidade. A própria Mary Poppins pode ser um tipo de personagem abrasivo, então você tem que encontrar alguém que tenha esse calor e humor para que você possa ter todas as facetas de Mary Poppins. E você tem eu encontrar alguém que saiba cantar e dançar. “
Blunt mais que provou suas habilidades musicais no filme de Marshall em 2014, Caminhos da Floresta, mas aqui, ela diz que o diálogo rápido serve de uma função muito útil para fazer ‘Mary Poppins Returns’ combinar tão bem com a própria personagem. “Com um musical, você precisa dessa leveza para que as transições nunca se pareçam como, ‘Ei, aqui está uma música’ diz Blunt. “Rob não gosta de uma transição perfeita para um número musical. Ele gosta que soe real, como se houvesse algo que é tão grande para dizer em palavras, que você acaba cantando. “

Fonte: Marc Snetiker para Entertainment Weekly
Traduzido por: Emily Blunt Brasil

 

Emily Blunt Brasil | 29.03.2017 | Entrevistas,Mary Poppins Returns

A figurinista Sandy Powell, 12 vezes indicada e 3 vezes vencedora do Oscar (Shakespeare In Love, The Aviator, The Young Victoria), conta à Entertainment Weekly  detalhes do figurino de Emily Blunt em ‘Mary Popins Returns’. Entrevista traduzida:

Emily Blunt entra nos sapatos (chapéu e casaco) praticamente perfeitos de Julie Andrews para a sequÊncia do clássico de 1964 da Disney. A figurinista Sandy Powell nos leva por trás das costuras do novo e mágico figurino de Mary. Por Marc Snetiken
Faz mais de 20 anos (no tempo do filme) desde que os ventos mudaram e o Sr. Banks empinou uma pipa, e Mary Poppins voou pelo céu de Londres para lugares desconhecidos. Mas no natal de 2018, Mary (Emily Blunt) vai aterrizar na Cherry Tree Lane novamente em ‘Mary Poppins Returns’, uma sequência do musical de 1964 musical estrelado por Julie Andrews como a babá mais maravilhosa da história do cinema.
Agora é 1930 quando Mary volta para as crianças Banks, Jane (Emily Mortimer) e Michael (Ben Whishaw), já crescidos. Para esta cena, a três vezes vencedorora do Oscar de Melhor Figurino Sandy Powell (Cinderella, 2015) teve que repensar a “roupa de chegada” de Mary, que remete ao original, com uma torção. “É o icônico figurino que a maioria das pessoas vão se lembrar”, disse Powell. “O casaco e o chapéu foram as coisas que eu tive mesmo que quebrar, e isso era sobre conseguir a silhueta, a cor e a textura. Tinha que ser uma nova opinião sobre ele.” Aqui ela explica como fez.:

Sonho-azul (Casaco): O casaco azul cobalto de Mary dá à Blunt uma silhueta estreita na cintura paralelo com Andrews, mas com a adição de uma capa (“por alguma razão, isso é como eu via Mary – com uma pequena capa”, diz Powell) e a perda de algumas polegadas de altura. “É um pouco mais curto porque esta é a década de 30 em vez da era Eduardiana [Inglaterra]”, explica Powell. “Eu também não queria que fosse preto. O casaco tradicional de uma babá poderia ser de um azul marinho muito escuro, mas eu precisava de uma cor que não desapareceria em momentos sombrios. Eu queria que fosse azul – é quase um royal – e coloquei, para que você pudesse vê-lo sem que seja distrativamente vibrante”.

Vermelho-tordo (Chapéu): Powell diz que o diretor Rob Marshall (Caminhos da Floresta), encorajou-a a encontrar “uma excentricidade peculiar equivalente paro o chapéu” para homenagear a “pequena flor” do original. A solução foi aves – não do tipo que você alimenta, do tipo que você decora. “Eu não queria um pássaro que parecesse remotamente real – que coisa, ter um pássaro real empalhado no chapéu de Mary Poppins,” ela disse com uma risada. “Eu pensei naqueles pássaros da canção ‘Spoonful of Sugar’. Eu achei que seria um muito bom fazer referência a isso.” No entanto, não espere que isso se mova. “No momento, não,” ela diz. “Nós não queremos que ele lute com a cabeça de papagaio no guarda-chuva .”

Passeio no tapete mágico (Bolsa): Powell se uniu com o departamento de adereços para dar fazer uma transformação definitiva à mala encantada de Mary, inspirada por – spoiler! -um tapete de verdade. “Isso é o como uma bolsa de tapete deveria ser feita, então eu pensei, porque na verdade não olhar os tapetes e fazer um customização que teria sido feita nos anos 20?” A bolsa descombina propositadamente com a roupa de Mary. “Eu queria que fosse um realce. E sabia que não queria floral. Eu gostei da geometria disso, e escolhemos essas cores porque achei que destacavam. Costumo de escolher as cores apenas por instinto porque é como eu gosto.”

Scans e o first look em HQ estão em nossa galeria:
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Emily Blunt Brasil | 31.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

“A Garota no Trem” seduziu os leitores (principalmente as leitoras) com um thriller psicológico envolvendo três mulheres insatisfeitas com suas vidas amorosas. A principal delas, a do título, é uma alcoólatra divorciada que inveja os casais sorridentes que ela observa da janela do trem todos os dias. Conforme a trama se desenrola, até quem parece feliz revela viver apenas de aparências, com a narrativa entrelaçando o destino das heroínas com algo ainda pior: um crime passional. Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos (110 mil deles no Brasil), o livro escrito por Paula Hawkins automaticamente despertou o interesse de Hollywood, ganhando uma versão cinematográfica na linha de outras adaptações de romances policiais envolvendo mulheres com problemas de relacionamento – e não os tradicionais detetives. No rastro de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, lançado em 2011, e “Garota Exemplar”, em 2014, ambos dirigidos por David Fincher, “A Garota no Trem” estreia nesta quinta nos cinemas do Brasil. A seguir, os principais trechos da entrevista que o diretor Tate Taylor e a atriz Emily Blunt, no papel da voyeur solitária, concederam ISTOÉ, em Nova York.

Por que as mulheres gostam tanto do livro? Seria uma espécie de alerta, considerando que as personagens aqui acabam sofrendo demais por serem dependentes de uma relação amorosa?
Emily Blunt – Talvez. Só acho importante não vê-las como vítimas. A maneira como elas vão se ajustando diante das frustrações amorosas é uma forma de empoderamento feminino, sobretudo quando elas percebem a verdade sobre seus homens, libertando-se. O filme discute a questão da identidade da mulher, principalmente no ambiente doméstico.

Tate Taylor – Apesar de elas dependerem de um homem, a figura masculina acaba ajudando-as a chegarem até onde elas precisam. Rachel (Emily Blunt) quer desesperadamente um filho, enquanto Megan (Haley Bennett) usa os homens para sexo, por ela não conseguir sentir nada emocionalmente. Já Anna (Rebecca Ferguson) almeja uma vida familiar idílica, ainda que seja de mentirinha, precisando de um homem para isso. Com o crime, fica evidente o que pode acontecer quando as mulheres buscam a realização de um desejo a qualquer preço, ainda mais se a relação a dois for falsa.

Houve uma preocupação no sentido de não banalizar a violência doméstica?
Tate Taylor – Sim. Eu só ganhei o apoio da escritora quando a convenci de que não desviaria da violência ou da sexualidade contidas no livro. Procurei retratar tudo de forma crua e realista justamente para mexer com o espectador.

Emily Blunt – Só aceitei participar do filme quando percebi que tudo seria representado de forma real e brutal. Não estaria de acordo se a intenção fosse trivializar, glorificar ou sensacionalizar a violência contra a mulher. Ela incomoda o espectador por trazer realismo.

Incomoda as comparações que “A Garota no Trem” tem recebido, principalmente com “Garota Exemplar”?
Tate Taylor – “Garota Exemplar” ganhou projeção mundial por desvendar lentamente quem teceu uma trama ardilosa. Aqui o foco é outro, à medida que ele cai sobre três personagens complexas. Exceto pelo “garota” no título, não vejo muitas semelhanças. Mas entendo por que isso é feito. Para ser honesto, quando eu preciso apresentar uma ideia de filme pela primeira vez a um estúdio, também faço referências. Uso uns três filmes já existentes para dar uma ideia do que estou falando (risos).

No livro, boa parte da história da protagonista Rachel se passa na mente dela. Foi complicado traduzir isso no cinema?
Tate Taylor – Foi. Não só pela ação ser mais interna, na cabeça da personagem, como também pela narrativa avançar e voltar no tempo e por trazer vários pontos de vista, incluindo o das duas outras mulheres. Muito do que Rachel diz no livro é diretamente para nós, leitores. Com isso, ela fica divertida às vezes. O problema é que não havia espaço para cenas engraçadas no filme. Tive de escolher cirurgicamente o que ela diria e não diria.
Emily Blunt – Eu busquei retratar uma alcoólatra com autenticidade, mostrando como as pessoas sofrendo disso ficam confusas às vezes. Vi muitos documentários e falei com amigos que estão em recuperação ou já se recuperaram para tentar entendê-los. Como no cinema não dá para dizer toda hora o que o personagem está pensando, a linguagem corporal deve assumir parte desse papel. Foi o que tentei fazer.
A que vocês atribuem o sucesso do livro?

Tate Taylor – Todos nós gostamos de fofocas, mesmo quem não gosta de admitir (risos). Adoramos saber o que está acontecendo com nossos amigos, inimigos e conhecidos. Se eles não estiverem felizes, melhor ainda (risos). Assim, nós provavelmente nos sentimos melhor sobre nós mesmos. Paula Hawkins fez isso muito bem no livro, apresentando três mulheres que nos contam seus segredos mais sombrios em primeira mão. Sentimos como se elas estivessem falando conosco, revelando coisas ultrajantes que instigam a nossa imaginação e nos impedem de parar com a leitura.

Emily Blunt – A plateia feminina quer se identificar com as mulheres dos livros e dos filmes. E para isso as personagens precisam apresentar falhas e, de preferência, encarar uma jornada cheia de adversidades. De certa forma, isso se torna um consolo, ao percebermos que não estamos sozinhos no sofrimento humano.

FONTE: ISTOÉ,NY

Emily Blunt Brasil | 27.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Emily Blunt diz que só aceitou viver Rachel, a personagem central de “A garota no trem”, depois de fazer um pacto com o diretor do filme, a partir desta quinta nos cinemas brasileiros. Tate Taylor a assegurou que não iria reduzir o texto da britânica Paula Hawkins a uma história de detetive centrada na caricatura de uma mulher desesperada. A terceira obra de Hawkins foi o principal evento comercial do universo dos livros no ano passado, com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, publicado em 50 países. Natural que as expectativas em Hollywood fossem altas para a produção de US$ 45 milhões, desde o começo do mês em cartaz nos EUA — por lá, o longa foi um sucesso médio de bilheteria e não agradou a crítica, que celebrou a atuação corajosa da atriz de 33 anos, mas torceu o nariz para o melodrama, recheado de cenas de violência, alcoolismo e sexo apresentadas de forma nada sutil.

— Era para ser mesmo feio, realista, sem anestesia em relação à violência. Vi o filme pela primeira vez com o meu pai, que é defensor público, já viu de tudo. Mas, na última cena de ação, quando Rachel faz o que faz, mesmo para quem leu o livro, como ele, o choque é grande. Ele ficou horrorizado. Era o que queríamos — comemora a atriz londrina.

Conhecido pela direção de outra adaptação literária para o cinema, “Histórias cruzadas”, a partir do livro “A resposta”, de Kathryn Stockett, que rendeu um Oscar de melhor atriz coadjuvante para Octavia Spencer em 2012, Taylor transportou a linha de trem, cenário-fetiche de Hawkins, dos subúrbios de Londres para os de Nova York. Blunt, no entanto, não precisou mexer no sotaque.

— Meu falar original, bem inglês, acentuou o isolamento dela, que se encontra em uma situação-limite, sem família, sem uma gama de amigos para ampará-la. Você tem a nítida noção de que ela não é dali, e o sotaque, nesse caso, ajudou — afirma Blunt.

Para os outros dois papéis centrais, Taylor escalou Rebecca Ferguson (a insegura Anna, mulher e mãe da filha de Tom, ex-marido de Rachel) e Haley Bennett (Megan). Justin Theroux vive o dúbio Tom, e Luke Evans encarna Scott, o marido aparentemente perfeito de Megan. Alcoolizada, desmemoriada, sem trabalho, rumo e marido desde que se descobriu infértil, Rachel se torna peça importante na investigação do súbito desaparecimento de Megan, cuja rotina era por ela observada, com inveja, da janela do trem.

— Ninguém ali é santa. Fiquei imediatamente fascinada pelo fato de as três mulheres estarem bem distantes do arquétipo da princesa. O buraco cavado pela Paula é bem mais embaixo — diz Blunt, de 33 anos, que se descobriu grávida de sua segunda filha durante as filmagens. Ela é casada há seis anos com o ator John Krasinski.

Irreconhecível no começo do filme, devido ao uso de uma prótese facial, ela já se prepara para viver Mary Poppins no musical a ser lançado em 2018 que encontra a personagem imortalizada por Julie Andrews duas décadas depois dos eventos narrados no filme de 1964.

— Estou animada para cantar e quero muito conversar com a Julie antes de filmar. Poppins é aquela mulher enigmática, cheia de planos bons, e, a meu ver, nostálgica pacas. Tudo aquilo de que preciso depois da tragédia da Rachel.

Emily Blunt Brasil | 15.10.2016 | Entrevistas,Mary Poppins Returns,O Diabo Veste Prada

Recentemente, sentei-me com Blunt, em Nova York, onde discutimos sendo uma mãe e o que isso tem afetado os projetos que ela escolhe, trabalhando com o marido, e qual filme ela espera que seus filhos nunca encontrem.

PopSugar: Como muito, se tudo, são seus filhos um fator para a escolha de papéis reais que você escolha agora?

Emily Blunt : Mary Poppins! Que presente para minhas meninas! Eu teria feito Mary Poppins se eu fosse uma mãe ou não, mas o fato de que eu sou uma mãe e uma mãe de meninas é tão incrível para ser capaz de atuar como Mary Poppins. É um presente real. Porque elas vão só vou encontrá-las feliz.

PS: Que outros filmes de sua arquitetura você está animada para mostrar os seus filhos?

EB : Eu fiz Animal Crackers com John [Krasinski], que foi tão divertido e bonito. E eu fiz My Little Pony , embora eu sou um pônei desagradável em que, o que foi um pouco divertido. Estou animado sobre Mary Poppins.

PS: Quais filmes você não deseja que eles vejam?

EB : My Summer of Love , que foi o meu primeiro filme, onde eu estou tendo uma cena nua de sexo. Coisas assim, eu não acho que elas tenham que ver. Seria embaraçoso.

PS: Como foi que você e John realmente gravaram juntos e animal crackers?
EB : Nós fizemos sim, por isso tivemos de improvisar muito.

PS: Eu sinto que isso nunca acontece. Você sempre ouve sobre atores estarem na estande sozinho e nunca mais vejam o resto do elenco.
EB : Nunca! Pedimos para que ele, mas é muito mais fácil de coordenar com um casal que pode conduzir a trabalhar juntos. Foi legal porque poderíamos simplesmente sair do roteiro e torná-lo nosso. Isso foi divertido.

PS: Você vê isso como um trampolim para trabalhar juntos em um filme de ação ao vivo?
EB : Nós queremos! Tem que ser a coisa certa. Estamos procurando a coisa certa.

PS: Então John disse recentemente que viu O Diabo Veste Prada 75 vezes. . .
EB : Este filme é uma aberração para ele.

PS: Você já viu tudo o que ele fez mesmo perto de que muitas vezes?
EB : Eu vi um monte de episódios de The Office , mas eu não diria que eu assisti cada um 75 vezes . Eu não sei o que isso diz sobre mim.

PS: Há uma série de episódios de The Office. Literalmente mais de 100.
EB : Mas eu já vi cada um. Isso é um compromisso, certo? rsrsrs

Fonte

Emily Blunt Brasil | 07.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Talvez o que faz com que Emily Blunt seja tão fascinante como o uma alcoólatra na adaptação para o cinema do romance best-seller, A Garota no Trem, é que o personagem não poderia estar mais longe de sua disposição na vida real. Cada dia no set, a atriz de 33 anos era transformada de uma amada nova mãe, de raciocínio rápido a uma isolada, escurecida e bêbada e ela conseguiu fazê-lo de forma incrível, de forma que o diretor de fotografia do filme já diz que ela é candidata ao Oscar.

“Este foi um papel muito desafiador em mais de uma maneira, muito distantes de quem eu sou como pessoa, e por isso eu precisava entender essa mentalidade ea mentalidade viciante e o que é sofrer com esta doença,” InStyle ‘s novembro 2016 estrela da capa diz no vídeo acima.

Conversando com a revista InStyle, a atriz Emily Blunt falou sobre o trabalho de maquiagem necessário para seu papel em A Garota no Trem – segundo ela, próteses foram construídas para seu rosto parecer mais “bêbado e feio.

“Eles fizeram uma prótese que colocava nos meus dentes, para parecer que estava com o rosto inchado. A maquiadora [Kyra Panchenko, que trabalhou em Kill Bill] passava sombra cinza nos meus olhos para parecer que tinha olheiras, e pintava veias de insônia e palidez por toda a minha cara”, disse a atriz.

A atriz ainda usou três lentes de contato, que davam novos tons a seus olhos: rosa para um pouco bêbada, vermelho para muito bêbada e amarelo para a ressaca.

“É algo que eu só não entendo, eu nunca tinha experimentado. E então eu falei com as pessoas, eu leio muitos livros, e eu assisti a filmes,  o que foi realmente a abertura dos meus olhos “, diz Blunt. A transformação não era tudo mental: a mãe de duas meninas passou muitas horas na cadeira de maquiagem para alcançar a aparência de uma alcoólatra espiral, afim de trazer a realidade de seu personagem.

Blunt, que estrela o novo suspense dirigido por Tate Taylor, vive a personagem Rachel, uma alcoólatra desempregada que se envolve em um caso policial sobre o desaparecimento de uma mulher. De acordo com a atriz, a equipe no final optou por mudar o nome da personagem de Kudrow para Martha, porque eles tinham certeza que “iria provocar algumas risadas na exibição de teste”.

Emily Blunt Brasil | 07.10.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Apesar de linda e talentosa, Emily Blunt tem um passado bem traumático.

Aos 33 anos, a atriz passou por momentos peaados , segundo falou numa entrevista recente para a revista InStyle. Por conta de uma aparência frágil na infâncial Blunt  virou alvo de piadinhas para outras crianças, sofrendo bullying.

“Acredito que tudo o que temos de ultrapassar na vida nos transforma. Fui bastante gozada e até hoje detesto pessoas más e que têm prazer em colocar os outros para baixo”, contou.

Blunt revelou que foi vítima de bullying, o que fez com que desenvolvesse um problema de gaguez quando era criança. Apesar de ter conseguido ultrapassar, ainda hoje tem dificuldades com algumas palavras e fica nervosa sempre que tem de falar em público.

“Os nomes são sempre difíceis porque não podemos substituí-los por outra palavra que nos deixe mais confortável. Ainda hoje tenho dificuldades em lidar com as palavras, e se estiver cansada é pior. Quando faço um telefonema, sobretudo se for para alguém que não conheço, tenho de preparar-me mentalmente. Há sempre uma pausa enorme entre o momento em que a pessoa pergunta quem está a ligar e a minha resposta a dizer que sou a Emily Blunt”, confessou.

Emily Blunt Brasil | 14.09.2016 | A Garota no Trem,Entrevistas

Emily Blunt já percorreu um longo caminho desde a sua vez de fazer estrelas como um fashionista Louboutin-loving em 2006 de O Diabo Veste Prada .Para desempenhar o papel principal em The Girl on the Train , a 07 de outubro, ela teve que deglamorize como nunca antes. “Fale sobre sem maquiagem”, diz ela sobre o teriyaki salmão e chá verde gelado em um sushi joint Brooklyn em uma noite de fim de verão.”Nós adicionamos maquiagem para me fazer parecer ainda mais como eu não tinha maquiagem.” Cada dia que ela foi decorado com próteses de bolsas sob os olhos, varizes e rosácea, juntamente com uma matriz mudança de lentes de contato para evocar vários estágios de embriaguez: rosada para tonto, injetados para martelado, tingida de amarelo para brutalmente ressaca.

Apesar de toda a atenção sobre as minúcias de sua aparência, a chave para interpretar um personagem-a como realmente danificado divorciado, infértil alcoólica obcecado com as vidas perfeitas para o futuro de um casal que whizzes passado em seu diário comutar-lay muito abaixo do turvo superfície -eyed. Para trazer Rachel Watson à vida, Blunt, de 33 anos, teve que aprender a se identificar com a humilhação e isolamento familiar para muitos viciados. Ela desapareceu tão completamente na personagem que até mesmo seu marido, o ator e diretor John Krasinski , diz que não reconhecê-la na tela. “Pela primeira vez”, diz ele, “eu esqueci que era minha esposa.”

Um grande elogio que isso possa ser, Blunt vai precisar para impressionar legiões de críticos mais duros: os milhões de leitores que balizadas inspiração do filme, Paula Hawkins 2015 romance de mesmo nome, ao No. 1 ponto no New York Times best- vendedor lista por 13 semanas em linha reta. Enquanto o livro é o tipo de psicodrama Hitchcock impossível-se colocar para baixo que implora por uma adaptação para o cinema, o seu sucesso cria uma barra assustadora para o filme para limpar. “Isso é o que eu achei tão atraente”, diz Blunt. “É menos sobre o thriller de whodunit. É a idéia de seu escurecimento bebido protagonista certificando-se de que ela não fez isso. ”

A novela entrelaça as perspectivas de três mulheres interligados. Há Rachel, que monta o trem de Westchester suburbana em New York City.(O filme transplanta a história de ajuste de Londres do livro para os EUA, embora Blunt mantém o sotaque dela em homenagem a história Hawkins ‘.) Então há Megan (Haley Bennett), cuja casa de trem de Rachel passa cada dia e que, Rachel imagina, tem um casamento perfeito. E, finalmente, há Anna ( Rebecca Ferguson ), o agente imobiliário a quem o marido de Rachel ( Justin Theroux ) deixou por. Quando Megan vai faltar, Rachel acredita que pode ajudar a resolver o mystery- embora ela não pode ter certeza que ela não o fez, durante um apagão, ter algo a ver com o desaparecimento de Megan.

um thriller. “Eu estava muito protectora do viciado e suas emoções”, diz ele. “Eu fui tocado por ela, todo mundo tem em algum ponto. Eu não queria fazer um filme em que não foi tratada adequadamente. ”

Desde sair stateside em Prada , o Blunt nascido em Londres mostrou gama incomum como um agente do FBI ( Sicario ), esposa de um padeiro canto (Into the Woods ) e um herói de ação de boa-fé ( Edge of Tomorrow ). Ela sabia quão facilmente retratos poderia deslizar em caricatura. “Eu estava nervoso para fazer esse ato bebido-tio”, diz ela. Para evitar as armadilhas (e pratfalls) de exagero, ela mergulhou na literatura sobre abuso de substâncias, conversou com os alcoólicos em recuperação e assistiu lotes da A & E reality show Intervenção .

“Você vê a humilhação de ser um viciado e que ele faz para sua família,” Blunt diz de representação do programa de dependência química. “E fisicamente, eu precisava ver como os alcoólicos se movem quando eles estão realmente desperdiçado.” Esses movimentos tinham de ser calibrado para cada cena, por isso Taylor e Blunt criado um sistema de níveis para indicar a embriaguez que pudesse funcionar como cues- “tipo de como os códigos de cores da Segurança Interna “, brinca Taylor.

Blunt oferece um exemplo de um erro comum que as pessoas fazem ao tentar se passar por um bêbado: a vacilante, all-over-the-lugar cambalear.”Não é isso que um bêbado parece”, diz ela, citando o conselho de um amigo dela que generosamente compartilhou suas próprias experiências com dependência de álcool. “Um bêbado está tentando se concentrar em você. Eles estão realmente tentando fazer as coisas a entrar em foco. ”

Atrás da névoa escura naqueles olhos procurando é um latejante, humilhação desesperada. “Quando você tem esse recolhimento nebuloso da noite anterior, há uma vergonha que vem junto com ele que ela desempenha tão bem”, diz Theroux. “Viver com essa vergonha, que serpenteia a cauda: quanto mais vergonha que você sente, mais você bebe.Quanto mais você bebe, mais vergonha que você sente. ”

O físico exigido pela parte estendida para além confrontos bêbados para disputas violentas, que não eram complicado tanto por sua coreografia como para o fato de que Blunt descobriu que ela estava grávida uma semana antes do início das filmagens. Tentando mantê-lo em segredo revelado difícil. Após ter evitado explosões de fogo em Edge of Tomorrow , lembra ela, suas preocupações sobre beliscar um quadril ao levantar-se do chão tinha Theroux levantando uma sobrancelha. (Theroux, que é um amigo de longa data fora da tela, adivinhou logo no início;. Ele era o único que sabia até que ela atingiu cerca de 18 semanas “É necessária uma grande quantidade de check-ins entre as tomadas”, diz ele agora ” ‘Será que isso dói. ? Eu sinto muito. “Eu estava com tanto medo de tocá-la de qualquer maneira que foi remotamente agressivo.”)

Foi também uma posição interessante para Blunt para encontrar-se em, considerando que muito do descontentamento de Rachel deriva de sua incapacidade de engravidar. Mas Blunt tinha muita experiência observando que a luta entre as mulheres em sua própria vida. “Eu vi como você literalmente não pode colocar um pé na frente do outro, sem pensar nisso todos os dias”, diz ela. “Eu vi as mulheres se sentem como se eles fossem não as mulheres porque eles não podem ter um bebê.”

Alguns de grande orçamento filmes de Hollywood apresentam uma personagem tão comprometida fêmea em um papel principal e narrador auto-aversão de Blunt que não pode mesmo confiar em sua própria memória pode clang com alguns espectadores. Mas Taylor diz que o objetivo era empatia, não simpatia. “Preciso ter Rachel tem um momento de karaoke num bar onde você acha que ela é adorável?”, Diz Taylor.”Quando você se inclina para a dor de alguém e chegar à raiz do mesmo, você amolecer. Você quer que eles para ganhar. ”

Blunt diz que ela encontrou o papel, sem os típicos clichês Mulher principal, libertando. “Foi tão refrescante que eu não precisa se preocupar com atraente para um público masculino. Eu não dou um sh-t, honestamente “, ela diz com uma risada. “Tudo que eu quero é que as pessoas entendê-la.”

Como o livro que o inspirou, A menina no trem não funciona apenas porque é emocionante, mas também porque lida com sucesso com temas mais amplos. Ansiedades sobre classe, fidelidade e expectativas não atendidas vêm à tona quando Rachel tenta resolver o mistério. Ela enfrenta a dor de suas decepções por olhando para uma garrafa de vodka, enquanto a vida que ela anseia-um casamento amoroso em um charmoso branco colonial-se afasta da visão através da janela de um trem.

Quiz : podemos adivinhar seu major base no seu estilo

Sua forma extrema de enfrentamento pode não ser universal, mas os sentimentos que dirigi-lo é. A mídia social oferece um fluxo constante de incandescência atualizações em o estado de carreira mais significativa, o estilo de vida mais ricos, o casamento-que mais íntima pode corroer até mesmo o mais confiante entre nós. Despir os detalhes, e nós temos tudo estado Rachel, olhando para a vida que prefiro ter. “Vivemos em um mundo de” a grama é mais verde “, vivendo através outros”, diz Blunt. “Mas a vida que você acha que você quer não é necessariamente real.”

De volta ao restaurante de sushi, sua teriyaki salmão obliterada, Blunt pega o seu telefone e puxa uma foto dela de 9 semanas de idade, filha, como se para aliviar o clima. “Não são bebé sorri o melhor?”, Ela pergunta. Com suas duas crianças em mente, ela está alinhada uma chapa de papéis que refletem um desejo de afastar- Train escuridão ‘s e, em suas palavras, “ir em direção à luz”: seus próximos quatro projetos são um filme de animação chamado Animal Crackers , My Little Pony: The Movie , um Gnomeo & Juliet sequela e, mais notavelmente, respirando nova vida ao babá amado no filme da Disney Mary Poppins Retorna , que deve sair em 2018.

Ainda assim, você não vai encontrar aqueles sorrisos do bebê em seu feed de Instagram, porque Blunt não tem um. Ela é caracteres reprodução do conteúdo para uma vida e diz que ela não tem vontade de fazer a sua vida diária em um espetáculo maior. “As pessoas podem fazer suposições com base no que vêem no tapete vermelho, mas isso não é a minha vida”, diz Blunt. “Não há nada de real sobre isso.”

Quiz : Você está pronto para voltar à escola?

Quando a nossa conversa termina, ela vai voltar para casa, alimentar o bebê e em sintonia com episódio de ontem à noite de seu prazer culpado favorito, da América Got Talent . É uma espécie de antídoto para a inveja-janela do trem brilho: não invejar a vida dos outros, mas alegria em seu sucesso. E então, quando os créditos, talvez ela vai desligar a TV e se alegrar em sua própria.

O desafio para o diretor Tate Taylor, cujos créditos incluem o direito-era Civil drama de 2011 The Help e de 2014 James Brown biopic Get On Up , era produzir um retrato firme do vício, sem poupar sobre os prazeres da vida.

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FONTE

Emily Blunt Brasil | 13.09.2016 | Entrevistas,O Diabo Veste Prada

Em entrevista à rádio da revista “Entertainment Weekly”, a atriz admitiu, no entanto, que foi complicado maltratar Anne Hathaway durante as filmagens. “Com aqueles olhos adoráveis que ela tem? Foi muito difícil torturá-la”, confessou ela, rindo.
No bate-papo, Emily Blunt relembrou o trabalho de construção de personagem feito por Meryl Streep nos bastidores de “O Diabo Veste Prada”. Pela interpretação, ela foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz naquele ano.
“Lembro da primeira mesa de leitura e ela mergulhou na personagem. Ela nem mesmo levantava sua voz, foi tão assustador e tão fascinante… Na verdade, acho que esse é um dos papéis dela que mais gosto”, elogiou.

No filme “O Diabo Veste Prada” (2006), Andrea Sachs, personagem de Anne Hathaway, comeu o pão que o diabo – ou Miranda Priestly (Meryl Streep) – amassou ao assumir o posto de nova assistente da revista “Runaway”. E entre seus sofrimentos estava aguentar a secretária da editora de moda, interpretada por Emily Blunt.
Em entrevista à rádio da revista “Entertainment Weekly”, a atriz admitiu, no entanto, que foi complicado maltratar Anne Hathaway durante as filmagens. “Com aqueles olhos adoráveis que ela tem? Foi muito difícil torturá-la”, confessou ela, rindo.
No bate-papo, Emily Blunt relembrou o trabalho de construção de personagem feito por Meryl Streep nos bastidores de “O Diabo Veste Prada”. Pela interpretação, ela foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz naquele ano.
“Lembro da primeira mesa de leitura e ela mergulhou na personagem. Ela nem mesmo levantava sua voz, foi tão assustador e tão fascinante… Na verdade, acho que esse é um dos papéis dela que mais gosto”, elogiou.

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