Emily Blunt Brasil | 09.05.2017 | Noticias

Comentada desde 2015, a sequência de No Limite do Amanhã continua viva, informa o diretor Doug Liman. Apesar de não ter data de produção ainda, o filme tem Tom Cruise e Emily Blunt confirmados reprisando seus personagens Bill Cage e Rita Vrataski e um título. Liman revelou ao Collider que a ficção científica vai se chamar Live Die Repeat and Repeat (Viva Morra Repita e Repita em tradução livre). O longa lançado em 2014, adaptação de All You Need is Kill, de Hiroshi Sakurazaka, originalmente é chamado Edge Of Tomorrow, mas a expressão “Viva. Morra. Repita.” foi usada extensamente como tagline, ocupando lugar de destaque no cartaz oficial – em homevideo o longa foi até rebatizado para Live Die Repeat: Edge of Tomorrow.

“Temos uma história maravilhosa! É incrível! Muito melhor do que o primeiro filme e eu, obviamente, amo o primeiro filme. Será chamado Live Die Repeat and Repeat, Tom Cruise está animado e Emily Blunt está animada. A grande questão é quando faremos. Não é uma questão de ‘se’, é uma questão de ‘quando’.”

Cruise e Christopher McQuarrie (roteirista de No Limite do Amanhã) são os autores do elogiado argumento, transformado em roteiro por Joe Shrapnel e Anna Waterhouse (Raça). A trama é mantida em sigilo, mas Doug disse anteriormente que trata-se de uma sequência que é também um prequel e que o projeto irá revolucionar o modo como as pessoas fazem continuações. No momento Cruise grava Missão Impossível 6 e Blunt Mary Poppins Returns. No Limite do Amanhã 2 não tem previsão de estreia. (FONTE)

Emily Blunt Brasil | 30.03.2017 | Uncategorized

Atualizamos a galeria com mais de 1.200 fotos da Emily em eventos entre 2014 e 2017, além de photoshoots, candids e muito mais! Confira abaixo tudo o que foi adicionado:

 

EVENTOS

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CANDIDS 2017

25.01 Emily Blunt e John Krasinski em Londres

04.03 ‘Mary Poppins Returns’ SET

05.03 ‘Mary Poppins Returns’ SET

PHOTOSHOOTS 2016

TIME
ENTERTAINMENT WEEKLY
AOL BUILD
INSTYLE
SNL (HQ e sem tag)

Emily Blunt Brasil | 29.03.2017 | ENTREVISTAS,MARY POPPINS

A figurinista Sandy Powell, 12 vezes indicada e 3 vezes vencedora do Oscar (Shakespeare In Love, The Aviator, The Young Victoria), conta à Entertainment Weekly  detalhes do figurino de Emily Blunt em ‘Mary Popins Returns’. Entrevista traduzida:

Emily Blunt entra nos sapatos (chapéu e casaco) praticamente perfeitos de Julie Andrews para a sequÊncia do clássico de 1964 da Disney. A figurinista Sandy Powell nos leva por trás das costuras do novo e mágico figurino de Mary. Por Marc Snetiken
Faz mais de 20 anos (no tempo do filme) desde que os ventos mudaram e o Sr. Banks empinou uma pipa, e Mary Poppins voou pelo céu de Londres para lugares desconhecidos. Mas no natal de 2018, Mary (Emily Blunt) vai aterrizar na Cherry Tree Lane novamente em ‘Mary Poppins Returns’, uma sequência do musical de 1964 musical estrelado por Julie Andrews como a babá mais maravilhosa da história do cinema.
Agora é 1930 quando Mary volta para as crianças Banks, Jane (Emily Mortimer) e Michael (Ben Whishaw), já crescidos. Para esta cena, a três vezes vencedorora do Oscar de Melhor Figurino Sandy Powell (Cinderella, 2015) teve que repensar a “roupa de chegada” de Mary, que remete ao original, com uma torção. “É o icônico figurino que a maioria das pessoas vão se lembrar”, disse Powell. “O casaco e o chapéu foram as coisas que eu tive mesmo que quebrar, e isso era sobre conseguir a silhueta, a cor e a textura. Tinha que ser uma nova opinião sobre ele.” Aqui ela explica como fez.:

Sonho-azul (Casaco): O casaco azul cobalto de Mary dá à Blunt uma silhueta estreita na cintura paralelo com Andrews, mas com a adição de uma capa (“por alguma razão, isso é como eu via Mary – com uma pequena capa”, diz Powell) e a perda de algumas polegadas de altura. “É um pouco mais curto porque esta é a década de 30 em vez da era Eduardiana [Inglaterra]”, explica Powell. “Eu também não queria que fosse preto. O casaco tradicional de uma babá poderia ser de um azul marinho muito escuro, mas eu precisava de uma cor que não desapareceria em momentos sombrios. Eu queria que fosse azul – é quase um royal – e coloquei, para que você pudesse vê-lo sem que seja distrativamente vibrante”.

Vermelho-tordo (Chapéu): Powell diz que o diretor Rob Marshall (Caminhos da Floresta), encorajou-a a encontrar “uma excentricidade peculiar equivalente paro o chapéu” para homenagear a “pequena flor” do original. A solução foi aves – não do tipo que você alimenta, do tipo que você decora. “Eu não queria um pássaro que parecesse remotamente real – que coisa, ter um pássaro real empalhado no chapéu de Mary Poppins,” ela disse com uma risada. “Eu pensei naqueles pássaros da canção ‘Spoonful of Sugar’. Eu achei que seria um muito bom fazer referência a isso.” No entanto, não espere que isso se mova. “No momento, não,” ela diz. “Nós não queremos que ele lute com a cabeça de papagaio no guarda-chuva .”

Passeio no tapete mágico (Bolsa): Powell se uniu com o departamento de adereços para dar fazer uma transformação definitiva à mala encantada de Mary, inspirada por – spoiler! -um tapete de verdade. “Isso é o como uma bolsa de tapete deveria ser feita, então eu pensei, porque na verdade não olhar os tapetes e fazer um customização que teria sido feita nos anos 20?” A bolsa descombina propositadamente com a roupa de Mary. “Eu queria que fosse um realce. E sabia que não queria floral. Eu gostei da geometria disso, e escolhemos essas cores porque achei que destacavam. Costumo de escolher as cores apenas por instinto porque é como eu gosto.”

Scans e o first look em HQ estão em nossa galeria:
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Emily Blunt Brasil | 29.03.2017 | A Quiet Place

A Paramount divulgou a data de estreia de seus próximos filmes durante a Cinemacon em Las Vegas (29), entre eles está ‘A Quiet Place’ que tem previsão de chegar aos cinemas em 13 de abril de 2018. Emily contracenará ao lado de seu marido, John Krasinski, que também será roteirista e produtor do filme junto com Michael Bay. (Fonte: AdoroCinema)

Emily Blunt e John Krasinski vão atuar juntos em thriller sobrenatural!

Emily Blunt Brasil | 24.03.2017 | A Garota no Trem,AWARDS

A Garota no Trem recebeu duas indicações no 43rd Annual Saturn Awards (também conhecido como o “Oscar Nerd): Melhor Filme de Suspense e Melhor Atriz para Emily Blunt. A premiação é organizada pela Academia de Filmes de Ficção Científica, Fantasia e Horror dos Estados Unidos. Os vencedores serão anunciados na cerimônia que acontece em 28 de junho, na Califórnia.

Emily Blunt Brasil | 16.03.2017 | A Quiet Place

Quem não adora quando casais de Hollywood decidem contracenar na ficção? Emily Blunt e John Krasinski vão atuar juntos, pela primeira vez, no thriller sobrenatural A Quiet Place. Own <3 John Krasinski (The Office) irá dirigir, escrever e estrelar o filme A Quiet Place ao lado de Emily Blunt. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas Krasinski também dirige o filme para Paramount/Platinum Dunes e ainda assina o roteiro, ao lado de Scott Beck e Bryan Woods. Depois de trabalhar com o eterno Jim de The Office em 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi, Michael Bay produz A Quiet Place. Antes disso, John Krasinski já dirigiu Brief Interviews with Hideous Men (2009) e Família Hollar (2016), além de alguns episódios em The Office. Como ator, ele vai aparecer no próximo projeto de Kathryn Bigelow e será o agente Jack Ryan na nova série da Amazon. O projeto começa a ser filmado neste ano, e é o terceiro de John como diretor, e o primeiro para um grande estúdio. Enquanto Emily está neste momento filmando Mary Poppins Returns, musical da Disney esperado para lançar no Natal de 2018. Fonte: AdoroCinema

Emily Blunt Brasil | 10.02.2017 | MARY POPPINS,Noticias

A filmagem está agora em andamento nos estúdios de Shepperton em Disney Mary Poppins Retorna com Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda ( Hamilton ), Rob Marshall está dirigindo a sequencia de Mary Poppins a partir de um roteiro de David Magen, baseado em As histórias de Poppins de PL Travers . O elenco também inclui Ben Whishaw, Emily Mortimer, Julie Walters, Colin Firth e Meryl Streep. Mary Poppins estreiando com Dick Van Dyke está definido para atuar como Mr. Dawes Jr, o presidente do Fiduciary Bank Fidelity. As três crianças de Banks serão interpretadas por Pixie Davies, Nathanael Saleh e Joel Dawson.

O novo filme para a família é produzido pelo diretor Rob Marshall, John DeLuca e Marc Platt. Marc Shaiman e Scott Wittman escreveu novas músicas para a produção, e Shaiman também está trabalhando na produção original. Marshall, DeLuca e Joey Pizzi estão coreografando os números da dança.

Sinopse: Mary Poppins Returns está ambientada na década de 1930, na era da depressão de Londres (o período de tempo dos romances originais) e é extraída da riqueza de material nos sete livros adicionais de PL Travers. Na história, Michael (Whishaw) e Jane (Mortimer) estão agora crescidos, com Michael, seus três filhos e sua governanta, Ellen (Walters), vivendo em Cherry Tree Lane. Depois que Michael sofre uma perda pessoal, a enigmática babá Mary Poppins (Blunt) volta a entrar na vida da família Banks e, junto com o otimista farolista Jack (Miranda), usa suas habilidades mágicas únicas para ajudar a família a redescobrir a alegria que faltam em suas vidas. Mary Poppins também apresenta as crianças a uma nova variedade de personagens coloridos e caprichosos, incluindo sua prima excêntrico, Topsy (Streep).

Disney prometeu o lançamento mundial para 25 de dezembro de 2018.

#Curiosidade
O filme original estrelado por Julie Andrews e Dick Van Dyke foi lançado em agosto de 1964 e ganhou 13 indicações ao Oscar, ganhando cinco Oscars.

Emily Blunt Brasil | 20.12.2016 | MARY POPPINS

Dick Van Dyke vai participar de Mary Poppins Returns! Intérprete de Bert e Mr. Dawes no longa original, o ator veterano confirmou a informação durante uma entrevista para o THR, mas ainda não revelou qual será seu personagem na sequência.

Emily Blunt assume o icônico papel de Julie Andrews, enquanto Ben Whishaw e Emily Mortimer interpretam as versões adultas dos irmãos Michael e Jane Banks. Colin Firth viverá um banqueiro, Meryl Streep será a prima da protagonista e Lin-Manuel Miranda vai encarnar Jack, aprendiz de Bert.

David Magee (Em Busca da Terra do Nunca, As Aventuras de Pi) escreveu o roteiro a partir da obra de P.L. Travers. Marc Shaiman assina a trilha sonora original e Scott Wittman é o responsável pelas canções inéditas. Já a direção é de Rob Marshall.

Mary Poppins Returns chega aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2018.

 

FONTE: ADOROCINEMA

Emily Blunt Brasil | 01.11.2016 | Edge Of Tomorrow,Noticias

Recentemente entrevistada por collider, o realizador doug liman revelou novos detalhes sobre o próximo projecto ligado a edge of tomorrow: ” esta é a única sequela que eu estou pensando em fazer porque antes de tudo a história é incrível, melhor do que o filme original que eu gostei E eu amei, e em segundo lugar, porque é uma sequela que um prequel.”
Tudo parece ser pronto (o roteiro já foi escrita e o scrip já chegou aos protagonistas), contudo vai passar ainda muito tempo antes do início das filmagens na medida em que este período seja o tom cruise que Emily estão ocupados em outros projetos.
Não foi feita qualquer referência à trama, mas falando da sequencia é provável que seja contada a história do personagem de Rita Vrataski (Emily) antes do encontro com o William Cage (tom cruise). Vocês são curiosos de conhecer o seu passado?

FONTE

Emily Blunt Brasil | 31.10.2016 | A Garota no Trem,ENTREVISTAS

“A Garota no Trem” seduziu os leitores (principalmente as leitoras) com um thriller psicológico envolvendo três mulheres insatisfeitas com suas vidas amorosas. A principal delas, a do título, é uma alcoólatra divorciada que inveja os casais sorridentes que ela observa da janela do trem todos os dias. Conforme a trama se desenrola, até quem parece feliz revela viver apenas de aparências, com a narrativa entrelaçando o destino das heroínas com algo ainda pior: um crime passional. Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos (110 mil deles no Brasil), o livro escrito por Paula Hawkins automaticamente despertou o interesse de Hollywood, ganhando uma versão cinematográfica na linha de outras adaptações de romances policiais envolvendo mulheres com problemas de relacionamento – e não os tradicionais detetives. No rastro de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, lançado em 2011, e “Garota Exemplar”, em 2014, ambos dirigidos por David Fincher, “A Garota no Trem” estreia nesta quinta nos cinemas do Brasil. A seguir, os principais trechos da entrevista que o diretor Tate Taylor e a atriz Emily Blunt, no papel da voyeur solitária, concederam ISTOÉ, em Nova York.

Por que as mulheres gostam tanto do livro? Seria uma espécie de alerta, considerando que as personagens aqui acabam sofrendo demais por serem dependentes de uma relação amorosa?
Emily Blunt – Talvez. Só acho importante não vê-las como vítimas. A maneira como elas vão se ajustando diante das frustrações amorosas é uma forma de empoderamento feminino, sobretudo quando elas percebem a verdade sobre seus homens, libertando-se. O filme discute a questão da identidade da mulher, principalmente no ambiente doméstico.

Tate Taylor – Apesar de elas dependerem de um homem, a figura masculina acaba ajudando-as a chegarem até onde elas precisam. Rachel (Emily Blunt) quer desesperadamente um filho, enquanto Megan (Haley Bennett) usa os homens para sexo, por ela não conseguir sentir nada emocionalmente. Já Anna (Rebecca Ferguson) almeja uma vida familiar idílica, ainda que seja de mentirinha, precisando de um homem para isso. Com o crime, fica evidente o que pode acontecer quando as mulheres buscam a realização de um desejo a qualquer preço, ainda mais se a relação a dois for falsa.

Houve uma preocupação no sentido de não banalizar a violência doméstica?
Tate Taylor – Sim. Eu só ganhei o apoio da escritora quando a convenci de que não desviaria da violência ou da sexualidade contidas no livro. Procurei retratar tudo de forma crua e realista justamente para mexer com o espectador.

Emily Blunt – Só aceitei participar do filme quando percebi que tudo seria representado de forma real e brutal. Não estaria de acordo se a intenção fosse trivializar, glorificar ou sensacionalizar a violência contra a mulher. Ela incomoda o espectador por trazer realismo.

Incomoda as comparações que “A Garota no Trem” tem recebido, principalmente com “Garota Exemplar”?
Tate Taylor – “Garota Exemplar” ganhou projeção mundial por desvendar lentamente quem teceu uma trama ardilosa. Aqui o foco é outro, à medida que ele cai sobre três personagens complexas. Exceto pelo “garota” no título, não vejo muitas semelhanças. Mas entendo por que isso é feito. Para ser honesto, quando eu preciso apresentar uma ideia de filme pela primeira vez a um estúdio, também faço referências. Uso uns três filmes já existentes para dar uma ideia do que estou falando (risos).

No livro, boa parte da história da protagonista Rachel se passa na mente dela. Foi complicado traduzir isso no cinema?
Tate Taylor – Foi. Não só pela ação ser mais interna, na cabeça da personagem, como também pela narrativa avançar e voltar no tempo e por trazer vários pontos de vista, incluindo o das duas outras mulheres. Muito do que Rachel diz no livro é diretamente para nós, leitores. Com isso, ela fica divertida às vezes. O problema é que não havia espaço para cenas engraçadas no filme. Tive de escolher cirurgicamente o que ela diria e não diria.
Emily Blunt – Eu busquei retratar uma alcoólatra com autenticidade, mostrando como as pessoas sofrendo disso ficam confusas às vezes. Vi muitos documentários e falei com amigos que estão em recuperação ou já se recuperaram para tentar entendê-los. Como no cinema não dá para dizer toda hora o que o personagem está pensando, a linguagem corporal deve assumir parte desse papel. Foi o que tentei fazer.
A que vocês atribuem o sucesso do livro?

Tate Taylor – Todos nós gostamos de fofocas, mesmo quem não gosta de admitir (risos). Adoramos saber o que está acontecendo com nossos amigos, inimigos e conhecidos. Se eles não estiverem felizes, melhor ainda (risos). Assim, nós provavelmente nos sentimos melhor sobre nós mesmos. Paula Hawkins fez isso muito bem no livro, apresentando três mulheres que nos contam seus segredos mais sombrios em primeira mão. Sentimos como se elas estivessem falando conosco, revelando coisas ultrajantes que instigam a nossa imaginação e nos impedem de parar com a leitura.

Emily Blunt – A plateia feminina quer se identificar com as mulheres dos livros e dos filmes. E para isso as personagens precisam apresentar falhas e, de preferência, encarar uma jornada cheia de adversidades. De certa forma, isso se torna um consolo, ao percebermos que não estamos sozinhos no sofrimento humano.

FONTE: ISTOÉ,NY

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