Emily Blunt Brasil | 09.06.2017 | Entrevistas,Galeria,Programas de TV

Na quinta-feira (08), nossa querida Emily Blunt participou do programa ‘The Late Late Show with James Corden’ em sua edição especial em Londres, junto com David Beckham e Harry Styles. Confira os vídeos do programa:

Emily participou em uma esquete chamada “Soundtrack para Romeu e Julieta”, ela James Corden recriam o clássico de Shakespeare cantando músicas pops contemporâneas.

 

Em seguida Emily comentou sobre a mudança de sua família para Londres e as filmagens de ‘Mary Poppins Returns’.

 

Emily também recriou, ao lado de James Corden, a foto de casamento de David e Victoria Beckham.

 

As fotos do programa também estão em nossa Galeria, não deixe de visitar!

   

PROGRAMAS DE TV > 2017 > 08.06 – LATE LATE SHOW WITH JAMES CORDEN

Emily Blunt Brasil | 09.06.2017 | Entrevistas,Filmes,Mary Poppins Returns

A Entertainment Weekly divulgou na quinta-feira (08), uma entrevista exclusiva com Emily Blunt direto do set de ‘Mary Poppins Returns’, onde ela comentou sobre suas inspirações para interpretar a icônica personagem. Confira a entrevista traduzida:

Dos três filmes que todos os espectadores deveriam saber antes de ver a sequência da Disney em 2018, ‘Mary Poppins Returns’, dois são de “fácil entendimento”: clássico de 1965 ‘Mary Poppins’, que trouxe os livros de P.L. Travers para a tela, e a cinebiografia de 2013 ‘Saving Mr. Banks’, que relatou as primeiras interações de Walt Disney com a autora para conseguir fazer o filme de 1964.
O terceiro filme na lista é uma surpresa, mas serviu de inspiração para a nova estrela, Emily Blunt, em sua interpretação da amada babá Mary Poppins: o sucesso de Howards Hawks de 1940, ‘His Girl Friday’ (abaixo). A comédia clássica estrelada por Rosalind Russel como Hildy Johnson, uma jornalista rápida, inteligente e prática, que exerce ferozmente o poder da conversa e pode disciplinar uma sala cheia de homens desagradáveis com apenas um olhar.


“Ela é como uma heroína para mim, e na verdade, essa foi a “entrada” para a personagem que discuti com o diretor Rob Marshall”, conta Blunt a EW no set da sequência. “ Eu adoro o ritmo em que as coisas acontecem. É tão emocionante. São os anos 30 em nosso filme e, portanto, tem uma leveza e uma qualidade, o que eu pensei que estava certo porque Mary vem e varre tudo e faz tudo certo novamente e tudo acontece antes mesmo de você saber disso. Há um ritmo que pareceu realmente correto para o período e a personagem. E, estilisticamente, também é um aspecto diferente, eu adoro toda essa era. ”
A abordagem de Blunt como Mary Poppins é menos parecida com a performance de Julie Andrew em 1964 e muito mais com a da série de oito livros de Travers, o que serviu de inspiração para a história de ‘Mary Poppins Returns’ nos anos 30. “Comecei a assistir o filme e depois decidi que esse não era o melhor jeito se eu quisesse encontrar algo original, então eu li os livros e encontrei tudo o que queria lá”, diz Blunt. “Os livros rapidamente se tornarão uma fonte para mim. Eu sou uma dessas pessoas que, quando tenho um instinto sobre uma personagem e encontro uma “entrada”, apenas vou. A personagem saltou da página e imediatamente tive um instinto sobre como interpretá-la, e está na direção que os livros estavam me levando. “
A Mary Poppins que vive nos livros de Travers, que para maioria das pessoas é menos conhecida que o filme da Disney, na verdade, lembra o ritmo corrido de ‘His Girl Friday’. No livro, Mary Poppins tem uma simpatia implícita, mas ela também é bastante barulhenta, obcecada pela perfeição, facilmente ofendida e pronta para disparar uma farpa ácida para aqueles que a incomodam. A maioria dos capítulos termina com Mary, depois de ter levado as crianças Banks para as nuvens ou no fundo do mar, insistindo que o inimaginável que aconteceu foi exatamente isso – inimaginável. Este são os níveis que Blunt calibrou em seu desempenho. “É um pouco surreal às vezes, mas estou tentando abordá-la como eu faria com qualquer outra personagem, de modo que não fiquei sobrecarregada com a imagem icônica que as pessoas têm de Mary Poppins”, diz a atriz.
O diretor Marshall, diz que Blunt foi sua primeira e imediata escolha para o papel quando o projeto surgiu pela primeira vez: “Nós realmente trabalhamos para descobrir quem ela é no mundo e quem é nas aventuras, porque nas aventuras, ela se deixa ir e pode ser excêntrica e estranha em sua essência, e no mundo real, ela nega absolutamente tudo o que aconteceu. Foi tão surpreendente ver Emily nos ensaios. Ela trabalhou no livro e encontrou o caminho. Ela tem essa incrível combinação de mistério, humor e calor, mas também é incrivelmente rígida. Há, de certa forma, um pouco mais de escuridão nela. É a gama completa. Emily encontra aquela excentricidade, estranheza e grande profundidade de sentimento e vulnerabilidade. A própria Mary Poppins pode ser um tipo de personagem abrasivo, então você tem que encontrar alguém que tenha esse calor e humor para que você possa ter todas as facetas de Mary Poppins. E você tem eu encontrar alguém que saiba cantar e dançar. “
Blunt mais que provou suas habilidades musicais no filme de Marshall em 2014, Caminhos da Floresta, mas aqui, ela diz que o diálogo rápido serve de uma função muito útil para fazer ‘Mary Poppins Returns’ combinar tão bem com a própria personagem. “Com um musical, você precisa dessa leveza para que as transições nunca se pareçam como, ‘Ei, aqui está uma música’ diz Blunt. “Rob não gosta de uma transição perfeita para um número musical. Ele gosta que soe real, como se houvesse algo que é tão grande para dizer em palavras, que você acaba cantando. “

Fonte: Marc Snetiker para Entertainment Weekly
Traduzido por: Emily Blunt Brasil

 

Emily Blunt Brasil | 08.06.2017 | Filmes,Mary Poppins Returns,Notícias

A revista norte-americana Entertainement Weekly divulgou nesta quarta-feira (07), novas fotos de ‘Mary Poppins Returns’ e detalhes exclusivos do filme, confira o artigo traduzido:

Não é nenhum segredo que todas as babás são comparadas com uma única, maravilhosa destreza de disciplina sobrenatural que voou no vento oriental em 1964. A personagem icônica permaneceu no coração dos espectadores desde que explodiu nas telas pela primeira vez. – e agora ela está de volta.

‘Mary Poppins Returns’ da Disney (no natal de 2018 nos cinemas) pode ser umas das sequências de maior perfil já tentadas, mais de meio século depois que o clássico cinematográfico de Walt Disney imortalizou as carreiras de Julie Andrews e Dick Van Dyke, quebrou recordes, conseguiu uma palavra no dicionário (adivinhe qual delas) e se tornou um dos filmes mais apreciados de todos os tempos. Situado em 1910, o filme original, vagamente baseado nos dois primeiros volumes da série de oito livros de P.L. Travers, contou a história de como Mary Poppins uniu um pai ausente e seus dois filhos brincalhões através de sua magia singular e enigmática. Mas havia mais seis livros de Travers, estourando com mais personagens e histórias, esperando ser adaptados na tela um dia.

‘Mary Poppins Returns’, dirigido por Rob Marshall (de Caminhos da Floresta), pega os eventos de 25 anos após o primeiro filme, encaminhando-se rapidamente para a crise econômica de Londres em meados da década de 1930, o período atual dos livros de Travers. O número 17 da Cherry Tree Lane tornou-se a casa calorosa que o banqueiro e artista Michael Banks (Ben Whishaw) compartilha com sua esposa e três filhos. Mas depois da morte súbita da esposa de Michael, a família Banks é despedaçada – nem mesmo a entusiasmada tia Jane (Emily Mortimer), agora uma fervorosa organizadora da união, e a empregada de longa data Ellen (Julie Walters) não podem ajudar a reanimar os espíritos – e assim, a casa que floresce está à beira do despejo.

Com a chegada da primitiva e peculiar Mary Poppins (Emily Blunt), que lidera as crianças rebeldes de Michael (e os próprios Jane e Michael) em uma série de aventuras inacreditáveis, até o topo do Big Ben, no fundo do oceano, em encontros mágicos com pinguins dançantes e primos (hey, Meryl Streep!). Se alguém pode ajudar esta família a encontrar a luz que perderam, é Mary Poppins.

Contendendo com cinco décadas de um legado praticamente perfeito, os cineastas da sequência se dedicaram a ser tão fiéis e respeitosos quanto possível ao icônico filme original, enquanto ainda criavam um novo musical familiar. “A barreira para isso é tão alta, ’ diz Marshall, que também dirigiu o vencedor do Oscar ‘Chicago’. “Mas para poder seguir os passos desta bela história sobre uma mulher que traz magia para esta família que está à procura de maravilhas, esperança e alegria em suas vidas… sinto uma grande responsabilidade e reverência todos os dias. Todos nós sentimos isso. Estamos apenas levantando para chegar lá com as intenções corretas por trás disso. ”

É um sentimento ecoado pelo elenco, cheio de amantes de Mary Poppins, como Blunt (que ganhou a benção de Julie Andrews como personagem muito antes da primeira câmera rodar) e Lin-Manuel Miranda (que interpreta o amigo de Mary, Jack, um otimista acendedor de lampiões e aprendiz da famosa chaminé de Dick Van Dyke, Bert.) Mesmo o departamento criativo está cheio de pessoas que conhecem as apostas e querem fazer isso direito: os compositores vencedores do Tony, Marc Shaiman e Scott Wittman (Hairspray) escreveram uma nova trilha que soa bem com Poppins, enquanto a estilista Sandy Powell e sua equipe trabalham para trazer a aparência icônica de Mary e da família Banks para a elegante década de 30.

EW estava no set do filme em Londres no início deste ano e voltou com um bolsa de tapete infinita com coisas boas sobre a sequência. Da impressionante recriação da Cherry Tree Lane no Shepperton Studios para as ruas reais da velha Londres, onde Jack traz luzes fantásticas, o set de ‘Mary Poppins Returns’ é um verdadeiro playground, e o espírito de Mary é inconfundivelmente presente. Assim como disse Dick Van Dyke, que filmou um cameo ultra-secreto – não, não como Bert – apenas um antes da visita da EW. “Dick Van Dyke disse que o que ele mais lembra do filme original era o espírito, e ele disse: é exatamente o mesmo espírito aqui”, diz Marshall, parado  sobre os paralelepípedos na frente do número 17. “Ele estava aqui na Cherry Tree Lane e disse: sinto que estou em casa”.

Fonte: Marc Snetiker para Entertainment Weekly

Traduzido por: Emily Blunt Brasil

   

FILMES > MARY POPPINS RETURNS (2018) > STILLS

Emily Blunt Brasil | 01.06.2017 | Edge Of Tomorrow,Notícias

Três anos após o lançamento do primeiro filme, Doug Liman está a trabalhar numa sequela que trará de volta Tom Cruise e Emily Bluntcomo os protagonistas. Joe Shrapnel e Anna Waterhouse escreveram o argumento da sequela que se irá chamar Live Die Repeat and Repeat.
Aparentemente, esta sequela terá mais momentos cômicos, menos ação em campos de batalha e uma nova personagem que Doug Liman proclama que irá “roubar o filme”. O realizador também disse que esta sequela começará exatamente no momento em que o primeiro filme termina.

Liman diz que, ao contrário do primeiro filme, esta sequela não irá ser um filme de guerra.

A maioria da ação não se passa num campo de batalha, portanto há uma nova arena de lutas onde vamos usar muita tecnologia, mas, por ser também uma prequela, vai existir um monte de coisas precursoras. Acho que o que as pessoas tendem a fazer com as sequelas é apenas torná-las maiores. E eu penso, “Não, uma sequela deve ser mais pequena”. Tu fizeste o primeiro filme como um trailer para a sequela, por isso agora não precisas de tanta ação, e no caso de No Limite do Amanhã, o público obviamente gostou das partes cômicas e a situação… Por isso podemos focar-nos mais nas personagens de Tom Cruise e Emily Blunt, e há uma terceira personagem que irá roubar o espetáculo sem dúvida. Podemos focar-nos nisso. Não precisamos de uma cena de ação a cada dois minutos.

realizador também disse que esta sequela iria completar uma fraquia de dois filmes.

Vejo isto como uma franquia de dois filmes; existe o completar da história que montamos no primeiro filme e a relação entre Tom Cruise e Emily Blunt – pois se se lembram, no final do primeiro filme ela não sabe quem ele é – e isso vai levar-nos numa fantástica nova direção. O filme começa exatamente onde deixamos o anterior, mas não avança porque nós mexemos com o tempo, porque os aliens mexeram com o tempo.

É bom ver Doug Liman tão excitado com os planos para a sequela de No Limite do Amanhã. O primeiro filme foi extremamente bem recebido e considerado um dos melhores filmes de 2014.

FONTE: MTV

Emily Blunt Brasil | 09.05.2017 | Notícias

Comentada desde 2015, a sequência de No Limite do Amanhã continua viva, informa o diretor Doug Liman. Apesar de não ter data de produção ainda, o filme tem Tom Cruise e Emily Blunt confirmados reprisando seus personagens Bill Cage e Rita Vrataski e um título. Liman revelou ao Collider que a ficção científica vai se chamar Live Die Repeat and Repeat (Viva Morra Repita e Repita em tradução livre). O longa lançado em 2014, adaptação de All You Need is Kill, de Hiroshi Sakurazaka, originalmente é chamado Edge Of Tomorrow, mas a expressão “Viva. Morra. Repita.” foi usada extensamente como tagline, ocupando lugar de destaque no cartaz oficial – em homevideo o longa foi até rebatizado para Live Die Repeat: Edge of Tomorrow.

“Temos uma história maravilhosa! É incrível! Muito melhor do que o primeiro filme e eu, obviamente, amo o primeiro filme. Será chamado Live Die Repeat and Repeat, Tom Cruise está animado e Emily Blunt está animada. A grande questão é quando faremos. Não é uma questão de ‘se’, é uma questão de ‘quando’.”

Cruise e Christopher McQuarrie (roteirista de No Limite do Amanhã) são os autores do elogiado argumento, transformado em roteiro por Joe Shrapnel e Anna Waterhouse (Raça). A trama é mantida em sigilo, mas Doug disse anteriormente que trata-se de uma sequência que é também um prequel e que o projeto irá revolucionar o modo como as pessoas fazem continuações. No momento Cruise grava Missão Impossível 6 e Blunt Mary Poppins Returns. No Limite do Amanhã 2 não tem previsão de estreia. (FONTE)

Emily Blunt Brasil | 30.03.2017 | Uncategorized

Atualizamos a galeria com mais de 1.200 fotos da Emily em eventos entre 2014 e 2017, além de photoshoots, candids e muito mais! Confira abaixo tudo o que foi adicionado:

 

EVENTOS

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MOVIES STILLS

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SCANS

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CANDIDS 2017

25.01 Emily Blunt e John Krasinski em Londres

04.03 ‘Mary Poppins Returns’ SET

05.03 ‘Mary Poppins Returns’ SET

PHOTOSHOOTS 2016

TIME
ENTERTAINMENT WEEKLY
AOL BUILD
INSTYLE
SNL (HQ e sem tag)

Emily Blunt Brasil | 29.03.2017 | Entrevistas,Mary Poppins Returns

A figurinista Sandy Powell, 12 vezes indicada e 3 vezes vencedora do Oscar (Shakespeare In Love, The Aviator, The Young Victoria), conta à Entertainment Weekly  detalhes do figurino de Emily Blunt em ‘Mary Popins Returns’. Entrevista traduzida:

Emily Blunt entra nos sapatos (chapéu e casaco) praticamente perfeitos de Julie Andrews para a sequÊncia do clássico de 1964 da Disney. A figurinista Sandy Powell nos leva por trás das costuras do novo e mágico figurino de Mary. Por Marc Snetiken
Faz mais de 20 anos (no tempo do filme) desde que os ventos mudaram e o Sr. Banks empinou uma pipa, e Mary Poppins voou pelo céu de Londres para lugares desconhecidos. Mas no natal de 2018, Mary (Emily Blunt) vai aterrizar na Cherry Tree Lane novamente em ‘Mary Poppins Returns’, uma sequência do musical de 1964 musical estrelado por Julie Andrews como a babá mais maravilhosa da história do cinema.
Agora é 1930 quando Mary volta para as crianças Banks, Jane (Emily Mortimer) e Michael (Ben Whishaw), já crescidos. Para esta cena, a três vezes vencedorora do Oscar de Melhor Figurino Sandy Powell (Cinderella, 2015) teve que repensar a “roupa de chegada” de Mary, que remete ao original, com uma torção. “É o icônico figurino que a maioria das pessoas vão se lembrar”, disse Powell. “O casaco e o chapéu foram as coisas que eu tive mesmo que quebrar, e isso era sobre conseguir a silhueta, a cor e a textura. Tinha que ser uma nova opinião sobre ele.” Aqui ela explica como fez.:

Sonho-azul (Casaco): O casaco azul cobalto de Mary dá à Blunt uma silhueta estreita na cintura paralelo com Andrews, mas com a adição de uma capa (“por alguma razão, isso é como eu via Mary – com uma pequena capa”, diz Powell) e a perda de algumas polegadas de altura. “É um pouco mais curto porque esta é a década de 30 em vez da era Eduardiana [Inglaterra]”, explica Powell. “Eu também não queria que fosse preto. O casaco tradicional de uma babá poderia ser de um azul marinho muito escuro, mas eu precisava de uma cor que não desapareceria em momentos sombrios. Eu queria que fosse azul – é quase um royal – e coloquei, para que você pudesse vê-lo sem que seja distrativamente vibrante”.

Vermelho-tordo (Chapéu): Powell diz que o diretor Rob Marshall (Caminhos da Floresta), encorajou-a a encontrar “uma excentricidade peculiar equivalente paro o chapéu” para homenagear a “pequena flor” do original. A solução foi aves – não do tipo que você alimenta, do tipo que você decora. “Eu não queria um pássaro que parecesse remotamente real – que coisa, ter um pássaro real empalhado no chapéu de Mary Poppins,” ela disse com uma risada. “Eu pensei naqueles pássaros da canção ‘Spoonful of Sugar’. Eu achei que seria um muito bom fazer referência a isso.” No entanto, não espere que isso se mova. “No momento, não,” ela diz. “Nós não queremos que ele lute com a cabeça de papagaio no guarda-chuva .”

Passeio no tapete mágico (Bolsa): Powell se uniu com o departamento de adereços para dar fazer uma transformação definitiva à mala encantada de Mary, inspirada por – spoiler! -um tapete de verdade. “Isso é o como uma bolsa de tapete deveria ser feita, então eu pensei, porque na verdade não olhar os tapetes e fazer um customização que teria sido feita nos anos 20?” A bolsa descombina propositadamente com a roupa de Mary. “Eu queria que fosse um realce. E sabia que não queria floral. Eu gostei da geometria disso, e escolhemos essas cores porque achei que destacavam. Costumo de escolher as cores apenas por instinto porque é como eu gosto.”

Scans e o first look em HQ estão em nossa galeria:
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Emily Blunt Brasil | 29.03.2017 | A Quiet Place

A Paramount divulgou a data de estreia de seus próximos filmes durante a Cinemacon em Las Vegas (29), entre eles está ‘A Quiet Place’ que tem previsão de chegar aos cinemas em 13 de abril de 2018. Emily contracenará ao lado de seu marido, John Krasinski, que também será roteirista e produtor do filme junto com Michael Bay. (Fonte: AdoroCinema)

Emily Blunt e John Krasinski vão atuar juntos em thriller sobrenatural!

Emily Blunt Brasil | 24.03.2017 | A Garota no Trem,AWARDS

A Garota no Trem recebeu duas indicações no 43rd Annual Saturn Awards (também conhecido como o “Oscar Nerd): Melhor Filme de Suspense e Melhor Atriz para Emily Blunt. A premiação é organizada pela Academia de Filmes de Ficção Científica, Fantasia e Horror dos Estados Unidos. Os vencedores serão anunciados na cerimônia que acontece em 28 de junho, na Califórnia.

Emily Blunt Brasil | 16.03.2017 | A Quiet Place

Quem não adora quando casais de Hollywood decidem contracenar na ficção? Emily Blunt e John Krasinski vão atuar juntos, pela primeira vez, no thriller sobrenatural A Quiet Place. Own <3 John Krasinski (The Office) irá dirigir, escrever e estrelar o filme A Quiet Place ao lado de Emily Blunt. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas Krasinski também dirige o filme para Paramount/Platinum Dunes e ainda assina o roteiro, ao lado de Scott Beck e Bryan Woods. Depois de trabalhar com o eterno Jim de The Office em 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi, Michael Bay produz A Quiet Place. Antes disso, John Krasinski já dirigiu Brief Interviews with Hideous Men (2009) e Família Hollar (2016), além de alguns episódios em The Office. Como ator, ele vai aparecer no próximo projeto de Kathryn Bigelow e será o agente Jack Ryan na nova série da Amazon. O projeto começa a ser filmado neste ano, e é o terceiro de John como diretor, e o primeiro para um grande estúdio. Enquanto Emily está neste momento filmando Mary Poppins Returns, musical da Disney esperado para lançar no Natal de 2018. Fonte: AdoroCinema

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